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CRISE CONTINUA 01.07.2019 | 06h:00

12,9 milhões buscam emprego no Brasil

Por: Rio de Janeiro A/E

(Foto: Marcello Casal/Agência Brasil)

(Foto: Marcello Casal/Agência Brasil)

O país tinha 12,984 milhões de pessoas em busca de emprego no trimestre encerrado em maio deste ano, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (28). No entanto, houve melhora em relação ao mesmo período do ano anterior: há menos 206 mil desempregados ante maio de 2018, o equivalente a um recuo de 1,6%.

 

O total de ocupados cresceu 2,6% no período de um ano, o equivalente à criação de 2,361 milhões de postos de trabalho. Como consequência, a taxa de desemprego passou de 12,7% no trimestre até maio de 2018 para 12,3% no trimestre encerrado em maio de 2019. O contingente de inativos recuou 0,7% em maio deste ano ante maio do ano passado, 463 mil pessoas a menos nessa condição. 

 

O nível da ocupação, que mede o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, foi estimado em 54,5% no trimestre até maio deste ano, ante 53,6% no trimestre até maio de 2018. No trimestre até fevereiro de 2019, o nível de ocupação era de 53,9%.

 

Total de ocupados

 

O país registrou 1,067 milhões de ocupados a mais no mercado de trabalho em apenas um trimestre, enquanto 70 mil pessoas deixaram o contingente de desempregados, segundo o IBGE. A taxa de desemprego passou de 12,4% em fevereiro para 12,3% em maio de 2019. Apesar do aumento na ocupação, o contingente de desempregados não recuou mais porque houve pressão da redução na população inativa. A população inativa totalizou 64,684 milhões no trimestre encerrado em maio, 777 mil a mais que no trimestre anterior.

 

Salários

 

A massa de salários em circulação na economia cresceu R$ 4,943 bilhões no período de um ano, para R$ 207,499 bilhões, alta de 2,4% no trimestre encerrado em maio de 2019 em relação ao mesmo período de 2018, puxada pelo aumento no número de pessoas trabalhando. Na comparação com o trimestre terminado em fevereiro, a massa de renda real caiu 0,4%, com R$ 823 milhões a menos. O rendimento médio dos trabalhadores ocupados teve queda de 1,5% na comparação com o trimestre até fevereiro, R$ 35 a menos.

 

Desalento

 

O Brasil registrou uma população recorde de 4,905 milhões de pessoas em situação de desalento no trimestre encerrado em maio, segundo os dados da Pnad Contínua. O resultado significa 93 mil desalentados a mais em relação ao trimestre encerrado em fevereiro. Em um ano, 175 mil pessoas a mais caíram no desalento. A população desalentada é definida como aquela que estava fora da força de trabalho por uma das seguintes razões: não conseguia trabalho, ou não tinha experiência, ou era muito jovem ou idosa, ou não encontrou trabalho na localidade - e que, se tivesse conseguido trabalho, estaria disponível para assumir a vaga. Os desalentados fazem parte da força de trabalho potencial.

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