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FAMÍLIAS BRASILEIRAS 12.06.2019 | 13h:14

Endividamento fica estável em maio

Por: Rio de Janeiro A/E

O percentual de famílias brasileiras endividadas cresceu 0,7 ponto em maio ante abril, atingindo 63,4% do total de entrevistados na Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), informou nesta terça-feira (11), a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Foi o 5º mês seguido de alta, segundo a entidade. 

 

Na comparação com maio de 2018, houve alta de 4,4 pontos percentuais. Segundo a CNC, apesar da alta na quantidade de famílias endividadas, a Peic de maio identificou “estabilidade quanto ao comprometimento médio de renda com o pagamento de dívidas e queda no percentual de famílias que se consideram muito endividadas”.

 

Proporção de famílias com contas ou dívidas em atraso subiu pouco

“As condições ainda favoráveis de juros e prazos ajudaram a manter estável parte da renda comprometida com dívidas, o que ajuda as famílias a pagarem suas contas em dia e se sentirem mais otimistas quanto à capacidade de pagamento”, diz, em nota, o presidente da CNC, José Roberto Tadros. A proporção de famílias com contas ou dívidas em atraso, ou seja, inadimplentes, aumentou pouco em maio, para 24,1%, ante 23,9% no mês anterior.

 

Na comparação com maio de 2018, teve uma queda de 0,1 ponto. O número de famílias que declararam não ter condições de pagar suas dívidas em atraso, ou seja, que tendem a permanecer inadimplentes, ficou estável em 9,5% na comparação mensal, e teve baixa de 0, 4 ponto ante maio de 2018 (9,9%), informou a CNC.

 

“Os dados demonstram maior confiança das famílias em relação à sua capacidade de pagamento, na comparação anual”, diz a nota da entidade. Entre as famílias endividadas, a parcela média da renda comprometida com dívidas ficou estável, com 29,3% dos rendimentos destinados ao pagamento de dívidas. Essa média é igual a de maio de 2018, mas 0,1 ponto abaixo da registrada em abril deste ano. Entre as famílias com contas ou dívidas em atraso, o tempo médio de atraso foi de 62,9 dias em maio de 2019, inferior aos 64,4 dias de maio de 2018. O tempo médio de comprometimento com dívidas entre as famílias endividadas foi de 7 meses.

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