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GÁS NATURAL 17.09.2019 | 09h:30

Indústrias e postos vão receber gás natural

Retomada no suprimento de gás natural para atender os setores industrial e automotivo de Mato Grosso está prevista para o próximo mês. Para que a expectativa se torne realidade, o Executivo estadual depende da assinatura de contrato de fornecimento duradouro com a estatal boliviana Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB).

 

Dessa forma, garantirá segurança jurídica para a cadeia do gás no território estadual, esclarece a Companhia Mato-grossense de Gás (MT Gás). A demanda atual levantada pelo Estado é de 5 milhões de metros cúbicos (m3) ao mês do combustível, para atender a geração térmica e o consumo das indústrias e veículos. O produto importado da Bolívia é transportado via gasoduto administrado pela GasOcidente de Mato Grosso (GOM), empresa pertencente à Âmbar Energia, do Grupo JBS. 

 

Previsão é que os estabelecimentos sejam reabastecidos no próximo mês a partir de um contrato firme entre Mato Grosso e a Bolívia

A mesma empresa detém a Usina Térmica de Cuiabá (UTE Mário Covas), que voltou a gerar energia no fim de agosto, após quase um ano paralisada, por não receber gás natural boliviano. No mês passado, o transporte do combustível gasoso foi regularizado por meio de um contrato entre a MT Gás e a GOM, o que permitiu o envio de gás e o consumo para geração energética. 

 

Em Mato Grosso, a revenda de gás natural veicular (GNV) é realizada por apenas um estabelecimento, que mantém os equipamentos para atendimento no varejo, além de contar com uma única empresa apta a adaptar veículos para uso do GNV. As duas empresas estão localizadas na Capital. Há aproximadamente 8 anos, havia 8 postos revendedores de GNV em Mato Grosso, localizados em Cuiabá, Várzea Grande e Rondonópolis. 

 

“Havendo estabilidade na entrega, com certeza os empresários voltarão a investir e o produto chegará com um preço competitivo para o consumidor, em comparação com os combustíveis líquidos”, considera o diretor-executivo do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis de Mato Grosso (Sindipetróleo/MT), Nelson Soares Júnior.

 

Proprietário de um posto em Cuiabá que revendia GNV, Luís Flávio Blanco Araújo, lembra que a interrupção na importação do combustível gasoso gerou desemprego no setor varejista. “Tivemos a desestruturação do ambiente de negócios. É um segmento importante, outros estados ampliaram a venda do GNV e aqui continua parado”. O setor industrial também era atendido pelo GNV no contrato mantido pela MT Gás com a Bolívia. No entanto, ficou desabastecido pela suspensão no transporte de gás pela GOM. Teve que recorrer ao GLP, o que elevou significativamente o custo da energia para as empresas.

 

Fonte: Silvana Bazani

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