icon Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2019

AGRO & ECONOMIA - A | + A

DADOS DA FECOMÈRCIO 07.02.2019 | 12h:04

Pesquisa aponta queda no total de famílias endividadas em MT

Por: Da Redação

Divulgação

Divulgação

Mato Grosso registrou queda no total de famílias endividadas, conforme pesquisa divulgada pela Fecomércio-MT, com base na Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), do último dia 5.   

 

Segundo a pesquisa, houve uma queda no total de famílias endividadas, que em janeiro/2019 que foi de 112.638, ou seja, menor que dezembro/2018 que foi de 116.007, mas ainda superior a janeiro/2018 que foi de 109.645.    

 

Ainda mais preocupante é o item de famílias que não terão condições de pagar suas dívidas, onde a pesquisa demonstrou um crescimento, que em janeiro/2019 é de 38.583 famílias, superior a dezembro/2018 que é foi de 37.948, e bem superior a janeiro/2018 que era de 26.184.   

 

Segundo o consultor Econômico-Tributário da Fecomércio-MT,  Múcio Ribas, a pesquisa revela uma recuperação gradual na expectativa de consumo das famílias, resultado da recuperação da economia, mas de forma lenta. 

 

Também no caso mato-grossense, o parcelamento de salário dos servidores públicos do Estado é um fato que impacta na renda das famílias ocasionando o atraso da quitação de dívidas e freio no consumo de bens duráveis.       

 

No Brasil   

 

O percentual de famílias brasileiras que apresentam algum tipo de dívida registrou 60,1% em janeiro de 2019, segundo os dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Esse valor representa uma queda em relação aos 61,3% apurados no mesmo mês do ano passado.   

 

O total de inadimplentes – os que possuem dívidas ou contas em atraso – também caiu em relação a janeiro de 2018, registrando 22,9% neste mês em comparação aos 25,0% do período anterior. 

 

Da mesma forma, também diminuiu o volume de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas, passando de 9,5% em janeiro de 2018 para 9,1% neste mês.   

 

“A queda na comparação anual indica que persistem o ritmo lento de recuperação do consumo e a cautela das famílias na contratação de novos empréstimos e financiamentos”, afirmou a economista da CNC Marianne Hanson.       

 

Alta mensal não compromete retomada da economia   

 

Apesar das quedas nas comparações anuais, houve um leve aumento do endividamento em relação a dezembro de 2018, quando o percentual esteve em 59,8%, e do total de inadimplentes, que estava em 22,8%, em dezembro. O desempenho mensal, no entanto, não compromete a expectativa de evolução da economia. 

 

“As taxas de juros em patamares mais baixos também constituem um fator favorável a esse resultado. As famílias brasileiras também se mostraram mais otimistas em relação à sua capacidade de pagamento, e o percentual de famílias que disseram não ter condições de pagar suas contas em atraso também recuou”, complementou Marianne Hanson.  

 

O cartão de crédito continua sendo a principal fonte de dívidas dos brasileiros (78,4%), tendo apresentado alta entre as famílias com renda inferior a dez salários mínimos (79,1%). Carnês (14,0%) e financiamento de carro (9,7%) vem logo em seguida.      

VOLTAR IMPRIMIR

COMENTÁRIOS

CONFIRA TAMBÉM NESTA SEÇÃO:





















logo O bom da notícia

Copyright © 2018 - O Bom da Notícia - Todos os direitos reservados Logo Trinix Internet