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02.07.2019 | 19h:07

Chega de tanto Estado!

Por: Paulo Bellincanta

Assessoria

Assessoria

Estamos na contramão da história. 

 

Toda vez que o Estado se fez grande, a economia se fez fraca.

 

Toda vez que o Estado se fez opressor, seus habitantes definharam.

 

Toda vez que o Estado precisa de recursos, somos nós, a população quem paga.

 

O aumento de tributos penaliza a indústria, o comércio, a prestação de serviços e o profissional liberal, e todos aqueles que se encontram engajados nestes setores.

 

O aumento de tributos sacrifica não só o produtor, mas também o consumidor com a elevação dos preços.

 

O aumento de tributos fragiliza a empresa instalada e mais do que isto, inibe a iniciativa de novos investimentos.

 

O aumento de tributos alimenta uma máquina ineficiente, viciada e que a sociedade já não suporta.

 

O aumento de tributos engorda um Estado paquiderme monstruosamente pesado e protegido por legislação que não cobra eficiência, ao contrário garante estabilidade sem cobrar resultado.

 

É mais que hora de agirmos para equalizar este Estado doente e fadado à morte.

 

É mais que hora de cobrarmos dos governadores um enxugamento da máquina. 

 

É mais que hora de exigirmos uma diminuição da carga tributária. 

 

Um Estado moderno precisa ser o grande regulador da sociedade. Precisa ser o maestro direcionando investimentos, regulando setores, protegendo interesses de uma sociedade.

 

De uma maneira mais direta cabem a ele as políticas de segurança, saúde e educação ainda que sem exclusividade. 

 

Um Estado não pode ter necessidade crescente de receita ano após ano para alimentar a máquina administrativa.

 

Década após década, governo após governo se veem os governadores se sucederem com o mesmo problema, a falta de recursos para o básico e a solução buscada sempre é a mesma: Aumento de tributos gradualmente avançando sobre a população.

 

O corporativismo dos poderes executivo, judiciário e legislativo compromete o enfrentamento das classes formadas por empresários e funcionários públicos.

 

Este é o grande dilema. Vivemos o vício do sistema, direitos adquiridos são sagrados para julgador e julgado.

 

Não importa se o "boi" não tem mais sangue os "carrapatos" exigem sua quantia de sangue diário, pois esta foi conseguida por "convenção"

"portaria" "lei"...

 

Precisamos reescrever este Estado, nossa legislação, nossas regras e normas.

 

Precisamos enfrentar com altivez uma modernização corajosa e com foco no futuro de nossa nação.

 

Paulo Bellincanta – Presidente do Sindifrigo-MT

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