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APÓS DERROTA NA CCJ 14.06.2019 | 15h:22

Bolsonaro pede que Congresso não derrube decreto de armas

Por: Opinião e Noticia

Em campanha, Jair Bolsonaro demonstrou diversas ve

Em campanha, Jair Bolsonaro demonstrou diversas ve

Reprodução

BOLSONARO ARMA

 

Após ser derrotado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o presidente Jair Bolsonaro fez um apelo, na noite da última quinta-feira(13), aos parlamentares para que o Decreto 9.785/2019, que flexibiliza o porte de armas, não seja derrubado.

 

O texto foi barrado na CCJ na última quarta-feira, 12. Na próxima terça-feira, 18, os senadores devem votar, em plenário, os projetos de decretos legislativos (PDLs) que foram aprovados pela CCJ contra o decreto de armas.

 

“Eu apelo aos parlamentares aqui agora: não deixem o Senado, a Câmara, revogar, derrubar o nosso decreto das armas. Hoje o cidadão de bem dificilmente consegue comprar uma arma, só os maus estão armados e esses dois decretos regulamentando leis sobre armar permite ao cidadão de bem, se desejar, ter uma arma dentro de casa”, afirmou Bolsonaro durante um evento em Belém (PA), segundo noticiou o portal G1.

 

Antes da solenidade, Bolsonaro já havia se pronunciado a favor do decreto de armas em sua transmissão semanal através das redes sociais. Na ocasião, ele afirmou que quem perde com uma possível decisão contrária ao decreto são os cidadãos.

 

“Quem está perdendo não sou eu não. Eu tenho porte de arma porque eu sou capitão do Exército. Quem está perdendo é o povo que quer arma, esse povo que, em 2005, foi lá no referendo e votou pelo direito de comprar armas e munições e o governo do PT simplesmente ignorou, passou por cima disso”, disse Bolsonaro.

 

Na ocasião, Bolsonaro estava acompanhado, entre outras pessoas, pelo deputado federal Marco Feliciano (Podemos-SP). Integrante da bancada evangélica, Feliciano se posicionou favorável ao decreto de armas, seguindo o posicionamento do presidente.

 

“Eu sou evangélico, sou pastor e eu apoio o decreto das armas. Já fiz essa fala, inclusive, para jornalistas. Até porque eu acho que o cidadão de bem tem que ter condições de poder defender o seu patrimônio. Um pai e uma mãe são o rei e a rainha do seu pequeno reino. Se ele não pode guardar sua família, não tem dignidade para viver isso o bastante”, revelou Feliciano.

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