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PORTARIA FLEX 30.04.2019 | 08h:31

Crise faz Estado mandar viaturas da PM abastecerem só com etanol

Rafael Medeiros

Rafael Medeiros

A Polícia Militar de Mato Grosso publicou um ofício na última quinta-feira (25) orientando que as viaturas utilizadas pela corporação, em Cuiabá e Várzea Grande, na região metropolitana, deverão ser abastecidas somente a etanol. A determinação vale para os veículos “flex” – movidos tanto a etanol quanto gasolina.

 

Está proibido o abastecimento dos veículos com gasolina a partir desta terça-feira (30). A medida, determinada pelo superintendente de Apoio Logístico e Patrimônio da Polícia Militar de Mato Grosso, tenente-coronel PM Fabiano Pessoa, tem o objetivo de promover a “economia ao erário público”. 

 

“Informo a Vossas Senhorias que, após estudos de consumo dos veículos lotados na PMMT e visando uma maior economia ao erário público no tocante aos gastos com os abastecimentos , a partir do dia 30/04/2019 ficam proibidos os abastecimentos com combustível do tipo gasolina, sendo obrigatório o abastecimento com combustível tipo etanol nos veículos flex lotados na frota da PMMT na Capital e em Várzea Grande, conforme determinação da Coordenadoria de Gestão de Transportes da SESP”, diz trecho do ofício.

 

O documento adverte ainda que os policiais militares que abastecerem as viaturas com gasolina irão pagar do próprio bolso o valor do combustível. Em 2018, o Governo do Estado teve que “contar moedas” para manter a operação não só da PM mas também da Polícia Judiciária Civil (PJC).

 

Em maio do ano passado, ainda na gestão do ex-governador Pedro Taques (PSDB), cerca de 40 viaturas ficaram paradas por falta de combustível. Em janeiro de 2019, no início do Governo Mauro Mendes (DEM), o Estado informou que a gestão passada deixou uma dívida de R$ 6 milhões com fornecedores de combustíveis.

 

No mês seguinte, em fevereiro, um ofício enviado pelo diretor em substituição legal do Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC, antigo Carumbé), Julio Cezar Padilha de Assis, ao juiz de direito e Diretor do Fórum da Comarca de Cuiabá, Luís Aparecido Bortolussi Júnior, informou que os presos poderiam deixar de comparecer a atos judicias em razão da falta de combustível dos veículos do sistema penitenciário. (O documento foi obtido pelo site FolhaMax)

 

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