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13ª EDIÇÃO 19.05.2019 | 12h:00

Festival de Siriri resgata história de Cuiabá e leva 5 mil ao Museu do Rio no 1º dia

Por: O Bom da Notícia

Luiz Alvez

Luiz Alvez

Mais de cinco mil pessoas prestigiaram nesta sexta-feira (17), a primeira noite do 13° Festival de Siriri, no Espaço Liu Arruda, no Museu do Rio. O festival, que será realizado até domingo (19), resgata a história de Cuiabá e valoriza a cultura nos 300 anos da Capital de Mato Grosso.

 

Há cinco anos o tradicional encontro não era realizado. Por determinação do prefeito Emanuel Pinheiro, contudo, fo eventooi retomado pela Prefeitura de Cuiabá, juntamente com a Cor do Mato e apoio do Governo Federal, por meio do Ministério da Cidadania. A entrada é gratuita.

 

“É o resgate da maior expressão popular de Cuiabá. Como cuiabano, não podia deixar o Festival de Siriri continuar parado. É um evento genuinamente cuiabano, que expressa a nossa cultura, e que nos 300 anos de Cuiabá, está de volta para valorizar os nossos artistas, o nosso povo e a nossa história”, afirmou o prefeito.

 

O retorno do Festival de Siriri é a valorização da cultura cuiabana, de acordo com Emanuel Pinheiro. “A multidão se aglomera hoje no Museu do Rio para assistir a expressão cultural, a maior identidade da cuiabania, do povo cuiabano. A longo prazo, é importante trabalharmos para fazer um grande festival turístico, atraindo o público interno e externo, fazendo o cuiabano se alegrar com uma das suas principais culturas”, comentou o prefeito.

 

Na primeira noite, o Grupo Flor Ribeirinha fez a apresentação MT Dança Brasil, que sagrou o grupo campeão em Festival na Turquia. Também se apresentaram, a banda Rasqueia, João Eloy e Roberto Lucialdo.

 

“Cuiabá precisava de um evento cultural como esse para juntar o seu povo. A população abraçou e precisa continuar abraçando essa festividade”, afirmou Raianny Rodrigues de Campos, que compareceu ao evento com a sua família. Sua irmã, Rhayce Kelly, disse que a família foi prestigiar o festival e que é uma ótima oportunidade para levar os filhos, pois está muito bem organizado. Outro membro da família, Janderson Brito, argumentou que é fundamental valorizar os produtos e representantes da terra, elogiou a iniciativa da Prefeitura de Cuiabá. “Espero que sejam realizados mais festivais como esse”, disse.

 

De acordo com o secretário de Cultura, Esporte e Turismo de Cuiabá, Francisco Vuolo, é emocionante o prefeito Emanuel Pinheiro proporcionar o retorno do Festival de Siriri para a população, após cinco anos, justamente nos 300 anos de Cuiabá.

 

“É devolver o espetáculo de maior tradição da nossa cultura. Além da premiação de R$ 34 mil para ser dividida aos participantes, o importante é garantir a condição para que cada grupo melhore em quesitos que serão julgados, como coreografia, figurino, música. A partir do momento que aprimoremos isso, cada vez mais tornar os grupos de siriri como elemento para o turismo e espetáculo da cultura mato-grossense. É o momento em que os grupos voltam a ser protagonistas”, comentou.

Poeta, pesquisador e músico, Milton Pereira de Pinho, o Guapo, elogiou a iniciativa da Prefeitura de Cuiabá de retomar o Festival de Siriri. “Não é apenas o resgate, é uma celebração o retorno do Festival de Siriri, é celebrar aquilo que é nosso. Tudo começou com a viola de cocho, Cuiabá começou com a viola de cocho. Esse retorno é muito importante”, parabenizou.

13ª EDIÇÃO

 

A 13ª edição também conta com exposição fotográfica temática ao festival, com imagens de acervo dos próprios grupos participantes, que estão disponíveis para apreciação do público; feira de artesanato (chinelos, colares, bolos, tapioca, roupas, doces, tapetes, reproduções sacras, compotas, porções de pixé, entre outros) em parceria com a Secretaria Municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, praça de alimentação.

 

Começaram a ser entregues pelo prefeito na primeira noite, medalhas dos 300 anos em homenagem aos cinco grupos que participaram da primeira edição do Festival de Siriri, em 2002 (Flor ribeirinha, flor do campo, chapa e cruz, viola de cocho e coração de mãe), e aos oito participantes desta 13ª edição. Os grupos participantes deste ano são: Flor Ribeirinha, Flor do Campo, Flor de Atalaia, Flor Serrana, Raízes Cuiabanas, Coração Tradição Franciscano, Tradição Coxiponé, Voa Tuiuiú e São Gonçalo Beira Rio. Na segunda-feira (20), será a apuração dos votos. Ao todo, são oito categorias, com dois jurados em cada uma.

 

“Abrimos o primeiro festival de Siriri, em 2002, com o grupo de idosos. Foi no período da criação do Centro de Convivência Padre Firmo. Essa homenagem é fantástica pelo trabalho que sempre fizemos, com a cultura presente e principalmente pelo trabalho com o idoso. Siriri é raiz, é um espetáculo”, disse Luis Roberto, do grupo Coração de Mãe.

 

Também participaram do evento, o presidente da Câmara Municipal, Misael Galvão e os vereadores Adevair Cabral, Orivaldo da Farmácia e Clebinho Borges. (Com Assessoria)

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