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AUMENTO DE CARGA HORÁRIA 23.03.2019 | 07h:50

Hospital mantém funcionamento, mas “veta” entrada de novos pacientes por conta de greve

Por: Karollen Nadeska - O Bom da Notícia

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A Universidade Federal de Mato Grosso, ligada a Empresa Pública Brasileira de Serviços Hospitalares, comunicou na tarde desta sexta-feira (22) que manterá o atendimento “necessário” no Hospital Universitário Júlio Muller (HUJM). Em contrapartida, não serão aceitos novos pacientes. Trabalhadores técnicos da unidade iniciaram a paralisação no período da manhã.

 

Também estarão suspensos procedimentos cirúrgicos e internações. Os assistidos na unidade não serão afetados pela paralisação, já que ambas as diretorias (empresa pública e sindicato) acordaram de manter 30% do efetivo.

 

No início da semana, o Sindicato dos Trabalhadores Técnicos-Administrativos reuniu a categoria em assembleia, para discutir os possíveis encaminhamentos para uma possível greve, em virtude da mudança da jornada de trabalho de 30 horas contínuas para 40 semanais.

 

Em contrapartida, o Colegiado Executivo do HUJM rechaçou a medida encontrada pelos servidores federais, alegando que a suspensão da jornada se deu após detectar irregulares na prestação do serviço público.

 

O Colegiado Executivo do Hospital Universitário Júlio Müller esclarece que decidiu suspender a jornada flexibilizada de 30 horas semanais dos servidores públicos federais cedidos ao hospital, após o relatório de acompanhamento de gestão

“O Colegiado Executivo do Hospital Universitário Júlio Müller esclarece que decidiu suspender a jornada flexibilizada de 30 horas semanais dos servidores públicos federais cedidos ao hospital, após o relatório de acompanhamento de gestão da Controladoria Geral da União (CGU) e do Inquérito Civil do Ministério Público Federal (MPF) terem apontado suposta irregularidade na prática”, diz trecho da nota encaminhada à imprensa.

 

Ainda em seu posicionamento, a universidade destacou que esteve reunido com o Sintuf-MT para uma tentativa de negociação, porém a última rodada ocorrida nesta quinta-feira (21), foi sem êxito.

 

Outro lado

 

A reportagem ligou para o coordenador-geral do Sintu-MT, Fábio Ramires, para um possível rebatimento das declarações dadas na nota. Mas, até o fechamento desta edição não obteve retorno das ligações.

 

Leia a nota na íntegra

 

Segue o posicionamento da UFMT

 

“O Hospital Universitário Júlio Müller (HUJM) comunica que manterá o atendimento de serviços essenciais para os pacientes internados durante o período de greve dos servidores públicos federais, e que, em virtude da greve não receberá novos encaminhamentos de internação e cirurgias; entretanto a assistência aos pacientes internados está garantida, responsabilidade esta, compartilhada entre o HUJM e o comando de greve.

 

O Colegiado Executivo do Hospital Universitário Júlio Müller esclarece que decidiu suspender a jornada flexibilizada de 30 horas semanais dos servidores públicos federais cedidos ao hospital, após o relatório de acompanhamento de gestão da Controladoria Geral da União (CGU) e do Inquérito Civil do Ministério Público Federal (MPF) terem apontado suposta irregularidade na prática.

 

De acordo com estudos das escalas de trabalho, recomendado pela CGU, a carga horária flexibilizada de 30 horas semanais não permite o fechamento das escalas, de maneira que haja o atendimento ininterrupto, o que demonstra a falta do benefício social necessário para a flexibilização.

 

A Direção do HUJM sempre esteve presente na negociação com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a última rodada sem êxito, ocorreu ontem (21) mediada pela reitoria, na tentativa de postergar o início da paralisação no hospital universitário e para que o comando de greve, em conjunto com a área técnica do HUJM, por meio de estudo, demonstrasse a viabilidade da manutenção da jornada flexível, sem prejuízo ao atendimento do usuário do Sistema Único de Saúde (SUS).”

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