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APLICATIVO 11.06.2019 | 10h:15

Preço das corridas chegaram a triplicar

Agência Brasil

Agência Brasil

Com a interrupção no transporte coletivo, passageiros recorreram ao serviço privado. A alta repentina na demanda pelo serviço particular encareceu o custo das viagens em Cuiabá e Várzea Grande.

 

Usuários de aplicativos de transporte pagaram até o triplo pela corrida, afirmam passageiros e prestadores de serviços. Nesta modalidade de transporte, considerada mais econômica em comparação com os táxis, inversamente o valor da corrida saiu mais caro neste início de semana, devido ao aumento da procura pelo serviço. 

 

Como explica um motorista de aplicativo que não quis ser identificado, o custo da corrida é composto por um preço base, acrescido do valor da distância percorrida e do tempo de percurso. 

 

“Mas, dependendo da dinâmica (da demanda), o preço base pode ser triplicado. Em Cuiabá é a 1ª vez que vi o valor triplicar. Já tinha visto subir dobro”, relata o motorista. Segundo ele, a variação de preços é diferente entre as regiões da cidade. Logo pela manhã, entre 7h e 8h, moradores de alguns bairros periféricos que precisavam se deslocar até o centro da cidade se depararam com valores bem superiores à média habitual cobrada nessa modalidade de transporte privado, contratada via aplicativo. Já aqueles que precisaram do serviço para percorrer a rota inversa não notaram diferença no valor da corrida.

 

“O preço aumenta conforme o volume de consultas (de clientes) ao serviço e previsão de demanda”, detalha o motorista. Moradora do bairro Osmar Cabral, Jéssica Cristina Ribeiro, 27, trabalha como coordenadora de crédito em uma loja no centro de Cuiabá, para onde costuma ir de ônibus. Com a paralisação do transporte coletivo na manhã desta segunda (10), contratou uma corrida pelo aplicativo do celular. “Na 1ª consulta, por volta de 6h30, a corrida iria custar R$ 80. Esperei um pouco e caiu para R$ 50”, revela. 

 

A espera atrasou o início do expediente em uma hora. “Tinha que começar a trabalhar às 8h, mas cheguei às 9h”, explica. Outro trabalhador que viu o valor da corrida particular aumentar foi Mateus Correa Santana, 24. Para sair da região da Morada da Serra, em Cuiabá, até o centro da cidade, gastou em torno de R$ 50, quando a média normal é pagar R$ 32. 

 

Tanto ele quanto Jéssica tiveram o gasto com a locomoção custeados pelas empresas onde trabalham. Já para o taxista Joaquim Nunes de Brito, 66, a segunda-feira foi um dia normal de trabalho, exceto pelo fluxo mais intenso de carros nas ruas. 

 

“Tenho clientes fixos”, explica ele, que prioriza as corridas originadas no centro de Cuiabá. Da mesma forma, o mototaxista José Tarcísio Alves de Araújo relata ter atendido o mesmo número de clientes. “A gente não ganha mais, porque os motoristas de aplicativo transportam até 4 passageiros por vez”, reclama. (Reportagem de Silvana Bazani - A Gazeta)

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