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PREVISÃO DE CORTE 15.07.2019 | 11h:19

Reitoria fala em negociação e desmente corte de energia na UFMT por atraso em pagamentos

Por: O Bom da Notícia

Reprodução/Web

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Os débitos referentes as contas de energia elétrica da Universidade Federal de Mato Grosso podem gerar corte no fornecimento de luz da instituição de ensino a partir desta segunda-feira (15). A celeuma com a concessionária Energisa se arrasta há meses.

 

Recentemente, a assessoria de comunicação da UFMT informou que as contas em atraso já haviam sido negociadas com a Energisa. No entanto, não soube especificar o valor dos débitos e nem as condições do parcelamento.

 

Nesta segunda-feira (15), informações veiculadas em vários grupos de WhastApp, apontavam que hoje a instituição corria um risco enorme de ter sua luz cortada. A reportagem entrou em contato com a Reitoria, na coordenação de comunicação, e foi informada que as negociações com a Energisa seguem em andamento. 

 

“A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) foi notificada sobre as pendências em sua conta de energia elétrica e ainda segue em negociações com a Energisa. Após o encerramento das tratativas com a empresa, a Universidade divulgará os valores envolvidos”, disse a Ascom. 

 

Na notificação, a Energisa afirma: “(...) Não havendo o pagamento das faturas de energia elétrica vencidas, consoante planilha anexada, será suspenso o fornecimento de energia elétrica das respectivas unidades consumidoras a partir do dia 15 de julho de 2019, a partir das 7 horas e 30 minutos (...)”. 

 

A reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Myrian Thereza Serra, tem afirmado sistematicamente que o bloqueio, na ordem de R$ 34 milhões do orçamento anual impactaria diretamente no funcionamento da UFMT. 

 

O temor era de que o corte de energia fosse consequência do bloqueio de recursos anunciado pelo Governo Federal recentemente. O presidente Jair Bolsonaro (PSL) determinou o contingenciamento de 30% dos repasses para a Educação.  

 

Segundo Myriam, a UFMT pode ter dificuldades para pagar luz, água e outros custeios básicos. Sem o corte, a UFMT previa um orçamento anual de R$ 1 bilhão.   

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COMENTÁRIOS

Iramaio - 17/07/2019

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Ué, cadê os DOUTORES do Departamento de Física da UFMT? Cadê o "Gerador Atômico de Energia"? Cadê a verba investida em mais de 30 anos de "pesquisas" ultratecnológicas? Tem mais é que privatizar mesmo!

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