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PARA APROVAR PREVIDÊNCIA 25.04.2019 | 11h:14

Apoiadores do governo, à exceção de Medeiros, chama de "indecorosa" troca de votos por emendas

Por: O Bom da Notícia

(Foto: Reprodução)

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Até mesmo a base de apoio do presidente Jair Bolsonaro (PSL), no Congresso Nacional, classificou como "indecorosa" e "criminosa" a suposta oferta de R$ 40 milhões em emendas parlamentares até 2022, para cada deputado que votar a favor da reforma da Previdência no plenário da Câmara.

 

A declaração foi feita pelo líder do PSL no Senado Federal, Major Olímpio (SP), que ainda apontou que a proposta teria sido feita pelo ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), segundo reportagem da Folha.

 

"Deputados teriam ouvido de Onyx a proposta de R$ 40 milhões de emendas em quatro anos. Eu fiquei estarrecido e fiz um pronunciamento no Senado. Em primeiro lugar, ninguém, em nenhuma circunstância, vai ouvir esse tipo de proposta indecorosa e criminosa do presidente Jair Bolsonaro", disse.

 

Por conta desta proposta nesta última quarta-feira (24), os deputados federais José Medeiros (PSL-MT) e Aliel Machado (PSB-PR) quase chegaram às vias de fato. A discussão acalorada ocorreu após reportagem publicada pelo jornal Folha de São Paulo revelar que lideranças do presidente Jair Bolsonaro (PSL), na Câmara Federal, teriam oferecido a bagatela de R$ 40 milhões em emendas parlamentares até 2022, para que os deputados fossem favoráveis à Reforma da Previdência.

 

Da tribuna, Aliel discursava sobre a reportagem em tom de indignação, denunciando que 'o governo estaria ofertando cargos', quando o parlamentar do Podemos interrompeu a fala do colega e esbravejou: “não nos meça pela sua régua”.

 

José Medeiros o chamou também de 'vagabundo', e os ânimos ficaram exaltados. Tanto que outros parlamentares tentaram apartar a discussão antes que algo mais grave acontecesse. O deputado federal Nelson Barbudo (PSL) correu para a tribuna para apartar a briga.

 

Entenda como aconteceu

 

Após mais de nove horas de discussão numa sessão tumultuada, o governo conseguiu vencer a primeira etapa de tramitação da reforma da Previdência e aprovou na Comissão de Constituição e Justiça, o relatório do deputado Marcelo Freitas (PSL-MG), favorável à admissibilidade da proposta. O texto foi aprovado com 48 votos a favor, tendo havido 18 contra, num total de 66. (Com informações do UOL)

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