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'GRUPO DE EXTERMÍNIO' 09.09.2019 | 11h:11

‘Prisão de ex-Bope foi motivada por fatos novos’, diz advogado

Por: Marcio Camilo - O Bom da Notícia

(Foto: Alair Ribeiro)

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Tenente-coronel Marcos Paccola, ex-Bope, suspeito de acobertar grupo de extermínio formado por PMs

A prisão do tenente-coronel Marcos Paccola, ex-Bope – suspeito de participar de um esquema de adulteração de armas para acobertar um grupo de extermínio, composto por PMs – pegou de surpresa até o seu advogado, Ricardo Monteiro.

 

O advogado já adiantou que o motivo da prisão não estaria relacionado ao mesmo motivo que gerou a primeira ordem de prisão contra Paccola, em razão da Operação Converage

Paccola foi preso na noite deste domingo (08), diante de um fato novo descoberto pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Estadual. "Não sei do que se trata esse fato novo. Ainda vou me inteirar sobre os altos do processo", disse Monteiro ao O Bom da Notícia, na manhã desta segunda-feira (09).

 

No entanto, o advogado já adiantou que o motivo da prisão não estaria relacionado ao mesmo motivo que gerou a primeira ordem de prisão contra Paccola, em razão da Operação Converage, deflagrada em 29 de agosto para prender o grupo de policiais envolvidos no suposto esquema de adulteração de registro de armas. Paccolla só não foi preso junto com os demais porque a operação vazou e ele já estava com um habeas corpus preventivo, concedido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

 

Questionado pela reportagem se o seu cliente é inocente ou qual seria o grau de envolvimento dele no esquema, Monteiro disse que não poderia comentar o assunto, já que o processo corre em segredo de Justiça.

 

"Ele já esclareceu os fatos durante depoimento à Corregedoria da Polícia Militar. Mas isso está em sigilo. Se o sigilo for levantado, poderemos falar tranquilamente sobre o assunto", justificou o advogado ao acrescentar que no momento a defesa de Paccola está sendo feita nos autos do processo, com os devidos esclarecimentos.

 

Além de Paccola, também estão presos, alvos da Operação Converage, o tenente coronel Sada Ribeiro Parreira e os tenentes Cleber de Souza Ferreira, Thiago Satiro Albino e Sada Ri beiro Parreira.

 

A operação policial - deflagrada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) da Polícia Civil - investigou os PMs que teriam atuado para adulterar numeração de armas na Superintendência de Apoio Logístico e Patrimônio (Salp) do Comando Geral da PM, com objetivo de obstruir as investigações contra o grupo de extermínio composto por policiais militares denominado "Mercenários", que cometeu sete crimes de homicídios, sendo quatro tentados e três consumados.

 

Os cinco militares foram denunciados pelo MPE por crimes de organização criminosa armada, obstrução de justiça, falsidade ideológica e inserção de dados falsos em sistema de informação.

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