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REDES SOCIAIS 21.08.2019 | 09h:52

Alvo da operação Fake Delivery, deputada revela que teve vida íntima invadida

Por: Wellyngton Souza

(Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

A deputada federal Rosa Neide (PT) publicou em suas redes sociais nesta terça-feira (20), um vídeo para explicar o suposto envolvimento na Operação Fake Delivery, que investiga o desvio de cerca R$ 1,1 milhão em materiais que seriam entregues para escolas indígenas e quilombolas por meio da Secretaria de Educação (Seduc), no período em que era secretária da pasta em 2014.

 

A operação foi deflagrada nesta última segunda-feira (19), pela Delegacia Especializada em Crimes Fazendários e Contra Administração Pública (Defaz).

 

No conteúdo do vídeo de aproximadamente dois minutos, a parlamentar afirma, após deflagração da operação, que teve sua vida pessoal invadida e agredida. A casa de Rosa Neide [condomínio Alphaville] foi alvo de busca durante cumprimento de mandados. 

 

Não sei se todo mundo é capaz de imaginar o que é ver a vida pessoal sendo invadida e agredida. Expor minhas filhas e toda família a uma situação sem nenhuma necessidade

"Como gestora publica jamais iria colocar em dúvida o que a Justiça quer saber e como gestora estou me colocando à disposição para prestar qualquer tipo de esclarecimento”, diz. 

 

Em outro trecho, a deputada afirma que apesar de ter uma vida pública exposta, se sentiu desrespeitada diante das investigações. “A vida de um gestor público se torna pública, mas a vida pessoal deve ser preservada e respeitada. Mesmo passando por esse momento muito difícil, que não desejo a ninguém, continuarei do lado daqueles que mais precisam. Se isso incomoda alguém, paciência. Seguirei firme e forte atuando na Câmara em prol dos trabalhadores”, afirma.

 

Além de Rosa Neide, a Fake Delivery teve como alvo, Francisvaldo Pereira de Assunção como secretário-adjunto de Administração Sistêmica. Ele foi preso na segunda, por decisão da juíza Ana Cristina Silva Mendes, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá. Francisvaldo é servidor do Estado, cedido à Assembleia Legislativa. 

 

Em 2016, ele foi alvo de uma investigação da Controladoria Geral do Estado, que identificou uma fraude de R$ 5 milhões num contrato da Seduc com a empresa Avançar Tecnologia em Software Ltda, que forneceu um sistema pirata do Windows em computadores de escolas. A CGE chegou abrir um Procedimento Administrativo (PAD) contra Francisvaldo, que à época estava lotado na Seduc era um dos responsáveis pelo contrato. 

 

O servidor é lotado no gabinete do deputado estadual Valdir Barranco (PT), que por meio de nota, afirmou que o servidor teria um curriculo ilibado. Mas conforme o delegado Luiz Fernando Damasceno, da Defaz, há provas documentais da transferê dos materiais escolares às comunidades indígenas, no valor de mais de R$ 1, 1 milhão. Porém, de acordo com as investigações, somente 800 mil em materiais teriam sido entregues. O resto, mais de R$ 1 milhão, teria sido supostamente desviado pelo servidor.

 

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