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ESCÂNDALO VIRA CASO DE POLÍCIA 06.12.2019 | 12h:10

Ao apontar denúncia protocolada na AL, deputado pede prisão de Emanuel e impeachment para Mauro

Por: O Bom da Notícia

Fablicio Rodrigues / ALMT

Fablicio Rodrigues / ALMT

O deputado estadual Ulysses Moraes (DC) voltou a pedir no plenário da Casa de Leis, em sessão ordinária na última quarta-feira (04), acesso à denúncia entregue pelo prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), no início desta semana, ao presidente do parlamento estadual, Eduardo Botelho (DEM).

 

Além de Botelho, teve acesso à denúncia, a vice-presidente Janaina Riva (MDB), que participou da reunião em que foi entregue o documento que acusa o governador Mauro Mendes (DEM) de utilizar a máquina pública para prejudicá-lo.

 

Conforme esclarecido pelo próprio presidente da Assembleia, as denúncias serão investigadas com cautela para que possam ser esclarecidas em plenário. Ulysses solicitou que as informações fossem divulgadas e diz que há outros acontecimentos que vêm sendo disseminados pela imprensa e por isso os documentos devem ser compartilhados.

 

“Nesta semana, uma notícia foi amplamente divulgada, onde haveria suspeitas de que o prefeito estaria comprando votos dos vereadores para a cassação do vereador Abílio Brunini. Em seguida, o mesmo prefeito protocola uma denúncia, afirmando que o governador Mauro Mendes estaria utilizando a Delegacia Especializada em Crimes Fazendários contra a Administração Pública [Defaz] para perseguição política pessoal. Posteriormente, a presidente do Sindicato dos Delegados faz uma nota de repúdio citando a transferência dos delegados da Defaz, removidos de seus postos”, relata Ulysses.

 

“Presidente Eduardo Botelho, se todas essas informações veiculadas na mídia forem verdades, é caso de prisão do prefeito e impeachment do governador. É de extrema gravidade todas essas informações. É crime de improbidade administrativa. Reitero meu requerimento para que sejam disponibilizados os documentos protocolados pelo prefeito nesta Casa para que possamos tomar conhecimento”. 

 

Entenda o caso

 

No último dia 26 de novembro, uma testemunha disse ter presenciado uma articulação para compra de votos entre os membros do Legislativo municipal para cassar o mandato do vereador Abílio Brunini. O fato teria ocorrido na residência do vereador Juca do Guaraná, com a presença do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro.

 

Em 1º de dezembro, a presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia (Sindepo), Maria Alice Barros Martins Amorim, afirmou que a remoção dos delegados Anderson Veiga e Lindomar Tofoli, que atuavam na Defaz, se deu por ato administrativo, “sem razões fáticas e fundamento legal” (sic).

 

No outro dia, o prefeito Emanuel Pinheiro protocolou na ALMT uma denúncia contra a Polícia Civil e a Defaz, por suposto uso ilegal da máquina pública para prejudicar sua gestão frente ao Executivo municipal, afirmando que foi pressionado pelos delegados da Defaz a dar esclarecimentos pela suposta compra de votos pelo valor de R$ 50,00.

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