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EDUCAÇÃO 06.08.2019 | 15h:55

Apesar de proposta, professores decidem pela continuidade da greve e fazem atos durante a semana

Por: Rafael Machado - O Bom da Notícia

Foto: Sintep

Foto: Sintep

Os servidores da rede estadual de Educação agendaram uma série de manifestações ao longo da semana, após decidirem pela continuidade da greve geral, em assembleia realizada na tarde desta última segunda-feira (5).

 

Os trabalhadores cruzaram os braços no dia 27 de maio aguardando uma proposta do governo que atenda as principais pautas de reivindicação da categoria, entre elas o reajuste salarial previsto na Lei Complementar 53, de 7,69%.

 

Na manhã desta terça-feira (6), os grevistas fecharam parte da pista da ponte Sérgio Motta (que liga Cuiabá e Várzea Grande) para protestar contra decisões contrárias ao movimento e o anúncio da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) de que após a Justiça decretar a greve ilegal, os servidores teriam um prazo de 30 dias para retornarem ao trabalho, caso isso não ocorra, correriam o risco de serem demitidos por meio da abertura de um Processo Administrativo (PAD).

 

Na agenda de mobilização da greveainda está previsto para esta terça, atos em Várzea Grande. Na quinta-feira (8), serão feitos mobilizações na MT-251 entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães, com atos simultâneos deliberados pelos municípios.

 

Paralelamente, vão ocorrer atos que resultem em arrecadações para a categoria que tiveram seus pontos cortados e estão sem recebem há mais de dois meses. Estas ações acontecem nesta quarta-feira (7), em frente ao Pantanal Shopping, e na sexta-feira (9), na Praça do Porto, em Cuiabá.

 

Na próxima terça-feira (13), os servidores participam de uma paralisação nacional da educação pública contra a Reforma da Previdência.

 

Após reunião com os deputados da base governista, nesta segunda, Mendes explicou como será a proposta do governo na concessão da Revisão Geral Anual (RGA) e no reajuste salarial, estabelecido pela Lei Complementar 510, de 7,69%.

 

Segundo o democrata, os benefícios estão previstos para o ano que vem, condicionando, entretanto, os benefícios às mudanças esperadas como, por exemplo, que o estado consiga ficar abaixo do teto estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) de 49% com gastos de pessoal.

 

O ex-presidente e atual secretário do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), professor Henrique Lopes, disse que a proposta apresentada pelo governador Mauro Mendes (DEM) não atende alguns pontos reivindicados pela categoria que está em greve há 71 dias.

 

Entre os pontos faltosos no documento estão o chamamento dos aprovados no último concurso público da Educação.

 

Ilegalidade 

 

A desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Maria Erotides Kneip, declarou abusividade do movimento grevista e determinou o retorno dos servidores em três dias, sob pena de multa diária de R$ 150 mil ao sindicato.

 

Na decisão, a desembargadora ainda determinou que no prazo de 15 dias, o Sintep deverá apresentar um calendário de reposição de aula. Ela também manteve a proposta ofertada pelo Estado, por ocasião de audiência conciliação, nos sentido de pagar os dias descontados daqueles profissionais que aderiram ao movimento.

 

Veja o vídeo:

 

 

(Crédito do vídeo: Patrícia Xavier)

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