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DEPUTADO TUCANO 22.11.2019 | 18h:24

Avalone perde queda de braço jurídica no TSE e corre risco de ter mandato cassado em MT

Por: Marisa Batalha - O Bom da Notícia

(Foto: Reprodução/Web/Alair Ribeiro)

(Foto: Reprodução/Web/Alair Ribeiro)

Foi mantido por unanimidade pelo Tribunal Superior Eleitoral, o inquérito da Polícia Federal contra o deputado estadual Carlos Avalone (PSDB) por abuso de poder político e econômico na eleição de 2018. 

 

Ainda conforme a decisão, continua em Mato Grosso, no Tribunal Regional Eleitoral, a investigação contra o deputado tucano que pode, inclusive, resultar na cassação de seu mandato.

Para barrar a investigação, Avalone entrou com um agravo de instrumento para trancar o inquérito policial, mas sem sucesso

 

Para barrar a investigação, Avalone entrou com um agravo de instrumento para trancar o inquérito policial, mas sem sucesso.

 

Seguiram o relator da ação - o ministro Tarcísio Vieira de Carvalho Neto -, pela denegação do pedido do deputado, os ministros os ministros Sérgio Banhos, Edson Fachin, Marco Aurélio, Og Fernandes, Luís Felipe Salomão, e Rosa Weber.

 

Segundo a investigação, dois cabos eleitorais foram flagrados no dia 4 de outubro de 2018, na BR-070, próximo a Poconé (105 km de Cuiabá), às vésperas das eleições com cerca de R$ 90 mil em dinheiro vivo, e santinhos dentro de um carro. A apreensão foi feita pela Polícia Rodoviária Federal.

 

Entenda 
 

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, os dois homens que foram parados no KM 560 da BR 070, em Poconé, em 4 de outubro de 2018, estavam em um veículo VW/Gol Tl Mb, cor prata.

 

Eles foram parados, segundo os depoimentos dos federais, para uma fiscalização de rotina. No entanto, o nervosismo deles acabaram chamando a a atenção dos policiais. Que por conta disto, iniciaram uma vistoria mais detalhada no carro, quando foi encontrado no interior do porta malas uma mochila contendo o valor de R$ 89.900,00, além de milhares de santinhos do então candidato.
 

A suspeita era que o dinheiro seria usado para a "compra de votos" em favor do ex-secretário de Estado Carlos Avalone, à época, candidato a deputado estadual em 2018. 

 

No julgamento em julho deste ano, foi negado habeas corpus ao deputado estadual tucano, pelo Pleno do Tribunal Regional Eleitoral, por unanimidade. Avalone pleiteava o trancamento do inquérito policial que o investigava por suspeita de crime eleitoral nas eleições passadas.

 

Avalone nestas últimas eleições ficou na suplência, mas assegurou seu mandato com a posse de Guilherme Maluf, como conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Para muitos, o deputado ganhou 'de presente' a cadeira do tucano na Assembleia Legislativa. (Com informações da assessoria)

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COMENTÁRIOS

pedro - 24/11/2019

esse avalone é um lobo vestido de santinho.

1 comentários

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