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GREVE NA EDUCAÇÃO 13.06.2019 | 09h:18

Botelho deve negociar para que governo garanta reajuste

Por: Rafael Machado - O Bom da Notícia

Reprodução

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O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), disse que buscará uma proposta intermediária com o governo para que dê uma garantia aos profissionais da Educação algum reajuste salarial durante os próximos anos da gestão de Mauro Mendes (DEM).

 

Botelho se reuniu com representantes do Sindicato dos Profissionais da Educação do Estado (Sintep) na tarde de quarta-feira (12) para discutir medidas que possa atender às reivindicações dos servidores que estão em greve desde o último dia 27.

 

“Nós temos que encontrar uma proposta intermediária para que os professores retornem às aulas. E essa conversa com o sindicato é para tentar encontrarmos um caminho, um meio terno, entre a proposta do Governo, que é radical de não pagar nada. Mas, precisamos de uma proposta que dê garantia de que vão receber nos quatro anos do governo Mauro Mendes pelo menos alguma coisa ou alguma sinalização que eles vão ter esse ganho”, disse o democrata após o encontro.

 

Os profissionais da Educação deflagraram uma greve geral para reivindica cumprimento da Lei 510/2013 que trata sobre aumento salarial, convocação dos aprovados no último concurso público e o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) aos profissionais da categoria.

 

Mendes afirmou que o Estado não tem condições financeiras de atender as reivindicações.

 

“Se não tenho o dinheiro para pagar como é que eu pago? Dou um cheque sem fundo? Digo que vou pagar e depois atraso salário? Ou eu tiro o dinheiro da segurança para pagar as viaturas, fecha a segurança, para tratar da educação. Eu fui contratado para ser governador para cuidar de todos os setores. Nós temos hoje quatro, cinco meses de atrasos com os hospitais, peguei com oito meses de atraso então existe uma dura realidade no Estado de Mato Grosso”, disse o democrata em coletiva de imprensa.

 

Na semana passada, Mauro Mendes encaminhou um documento apresentando as razões pelas quais o Estado está impedido, legalmente, de conceder o aumento salarial dos profissionais da Educação Pública.

 

No documento, cita que é essencial o retorno aos limites de gastos com pessoal de acordo com o que estabelece a Lei de Responsabilidade Fiscal, ou seja, 49%, para que seja possível que os reajustes possam ser novamente concedidos.

 

As informações não foram aceitas pela categoria que decidiu manter a greve.

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