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ZAQUEU, LESCO E GERSON 17.07.2019 | 17h:20

Chefe do MP determina 'pente fino' em denúncias sobre interceptações ilegais da era Taques

Por: O Bom da Notícia

MP/MT

José Antônio Borges Pereira

 

Depois que a deputada emedebista Janaina Riva pediu nesta última terça-feira (16), ao presidente do Legislativo estadual, o democrata Eduardo Botelho para que convidasse o Procurador Geral de Justiça, José Antonio Borges, para esclarecer o suposto envolvimento de membros do Ministério Público Estadual nos grampos telefônicos ilegais, ocorridos na gestão do ex-governador Pedro Taques; e o parlamentar democrata garantiu que o faria, o procurador-geral do MPE pediu, por sua vez, por meio de um despacho interno, nesta quarta-feira (17) informações sobre a destinação da placa de computador da marca “Wytron”, utilizada para realização de escutas telefônicas.

 

A decisão que antecede até mesmo a resposta de Borges quanto ao convite da Assembleia, objetiva a elucidação das denúncias realizadas pelos coronéis Zaqueu Barbosa e Evandro Lesco, em reinterrogatórios nesta terça, no Fórum de Cuiabá, ao juiz Marcos Faleiros, da 11ª Vara Militar de Cuiabá, sobre o envolvimento de membros do órgão ministerial, nas interceptações ilegais, conhecidas como Grampolância Pantaneira.

 

De acordo com os depoimentos dos PMs, dentre os envolvidos estariam o ex-coordenador do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), promotor Marco Aurélio de Castro e o ex-procurador-geral do MP, na época, Paulo Prado

De acordo com os depoimentos dos PMs, dentre os envolvidos estariam o ex-coordenador do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), promotor Marco Aurélio de Castro e o ex-procurador geral do órgão fiscalizador, Paulo Prado, que teria doado, inclusive, a placa Wytron, que pertencia ao Gaeco, antes do Sistema Guardião, para que as interceptações fossem realizadas.

 

E ainda que dentro do Gaeco, o esquema de ‘barriga de aluguel’ seria uma prática comum, adotada pelos coordenadores do Gaeco, em particular, pelo promotor Célio Wilson que teria solicitado em 2010, que ele [coronel Lesco] inserisse o telefone de um assessor do ex-deputado José Geraldo Riva, em uma investigação de desvio de dinheiro público, que viria a resultar na ‘Operação Imperador’ em 2015. 'Modus operandis' também usado contra o ex-vereador João Emanuel, que resultou na operação ‘Mestástase’, depois na "Arqueiro" que tinha Riva como alvo e mais prá frente, a ‘Ouro de Tolo’ que investigou a ex-primeira-dama Roseli Barbosa. Todas a pedido do ex-coordenador do Gaeco, o promotor  Marco Aurélio de Castro.

 

Assim, o procurador-geral determinou ainda - no despacho que fosse realizado um verdadeiro 'pente fino'-, com cópia integral do Sistema Integrado do Ministério Público de nº 006070-001/2017, em que o MP presta informações ao Comando Geral da Polícia Militar sobre a destinação da placa “Wytron”. Ainda, ordenando, que os documentos fossem remetidos à Corregedoria do órgão ministerial para conhecimento e providências, com cópia integral ao Núcleo de Ações de Competência Originária – Naco Criminal.

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