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PEDIDO DE VEREADOR 24.08.2019 | 08h:16

Câmara deve escolher novos nomes para compor CPI do Paletó

Por: Wellyngton Souza - O Bom da Notícia

Ednei Rosa

 Ednei Rosa

A Câmara dos Vereadores de Cuiabá tem um prazo de 48 horas para definir novos nomes para compor a CPI do Paletó, que investiga o prefeito Emanuel Pinheiro (DEM) por supostamente ter recebido dinheiro de propina enquanto deputado estadual. 

 

A medida atende a uma decisão do juiz Wladys Roberto Freire do Amaral, da 4ª Vara Especializada de Fazenda Pública. A decisão foi acatada após pedido do vereador Diego Guimarães (PP) ingressado ainda no ano passado, alegando que o então presidente Justino Malheiros fez “manobra” para beneficiar o prefeito.

 

“Determinar que a autoridade coatora proceda com o reinício dos trabalhos e reabertura do prazo da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), a partir da edição de nova resolução, no prazo regimental de 48 horas, com a escolha dos seus membros dentre os 9 vereadores que figuram como subscritores do requerimento original”, diz trecho da nota.

 

"Segunda-feira (26) estarei com o presidente Misael Galvão e pedirei o imediato cumprimento da decisão. Solicitarei também para que eu possa compor a CPI na qualidade de relator. Chega de impunidade! Os fatos precisam ser apurados e a Justiça precisa ser feita. Parabéns Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso", comemorou parlamentar pelo Facebook na noite desta sexta-feira (23).

 

A CPI contra o prefeito foi instaurada após a veiculação de um vídeo, no qual ele aparece recebendo propina de Silvio Cesar Correa, ex-chefe de gabinete do ex-governador Silval Barbosa (PMDB).

 

A gravação foi exibida em rede nacional. Conforme o ex-governador Silval Barbosa, Pinheiro foi um dos deputados estaduais que receberam propina durante a sua gestão. O atual chefe do Executivo da Capital ocupou uma cadeira na Assembleia Legislativa entre os anos de 2010 a 2014, período em que o peemedebista esteve à frente do Palácio Paiaguás.

 

Em delação premiada firmada junto a Procuradoria Geral da República (PGR), Silval apresentou uma gravação em vídeo onde aparece o ex-deputado recebendo dinheiro. O fato teria ocorrido entre 2012 e 2013.

 

O dinheiro foi entregue por Sílvio César Corrêa Araújo, ex-chefe de gabinete de Silval e seu braço direito no governo. Ele também firmou termino de colaboração premiada junto a PGR, e atualmente cumpre prisão domiciliar e é monitorado por meio de tornozeleira eletrônica.

 

Conforme o ex-governador, o pagamento era propina para garantir a continuidade das obras oriundas de diversos programas do Governo do Estado. No total, 10 deputados teriam sido gravados recebendo a propina.

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