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FOTO EM REDE SOCIAL 16.08.2019 | 16h:09

Delegado é afastado das investigações dos grampos ilegais em MT

Por: Marcio Camilo - O Bom da Notícia

Reprodução

delegado afastado

Delegado Rafael Mendes Scatolon (camisa branca) na companhia dos delegados Gustavo Garcia e Luiz Damasceno

O delegado Rafael Mendes Scatolon foi retirado pela Diretoria da Polícia Civil da equipe responsável por investigar as interceptações ilegais em Mato Grosso, no caso conhecido como "grampolândia pantaneira".

 

O afastamento Scatolon coincide com a foto nas redes sociais em que o delegado aparece em um churrasco, na semana passada, ao lado de possíveis testemunhas da grampolândia

O afastamento Scatolon coincide com a foto nas redes sociais em que o delegado aparece em um churrasco, na semana passada, ao lado de possíveis testemunhas da grampolândia, que fariam parte da defesa do delegado Rogers Jarbas, que foi acusado de obstruir as investigações dos grampos, quando atuava como secretário de Segurança Pública, no governo Pedro Traques.

 

No entanto, oficialmente, a PJC informou que Scatolon foi transferido para atuar na Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Contra Administração Pública (Defaz).

 

O órgão justificou que a realocação foi feita devido à carência de delegados na Defaz, após saída do delegado Marcelo Martins Torhacs, que foi para o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco).

 

A Polícia Civil informou ainda que as delegadas, Luciana Batista Canaverde e Jannira Laranjeira Siqueira Campos, permanecem nas investigações.

 

Por atrapalhar as investigações, o delegado Rogers chegou a ser preso em 2017. Ele é suspeito de ter mandado interceptar ilegalmente o desembargador Orlando Perri - relator dos procedimentos da grampolândia no âmbito do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Os fatos foram revelados durante a Operção Esdras, da Polícia Civil.

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COMENTÁRIOS

Luiz Antunes - 26/11/2019

ESSE DELEGADO RAFAEL FICOU FAMOSO QUANDO CHEFIOU A DELEGACIA DE LUCAS DO RIO VERDE/MT. NAQUELE TEMPO ELE ACOBERTAVA OS ATOS PEDÓFILOS PRATICADOS POR FAZENDEIROS PODEROSOS DA REGIÃO. AS FAMÍLIAS QUE TINHAM SUAS FILHAS VIOLADAS FAZIAM BOLETINS DE OCORRÊNCIA, NO ENTANTO, NENHUM INQUÉRITO ERA ABERTO E TODA DOCUMENTAÇÃO QUE ACOMPANHAVA OS BOLETINS SIMPLESMENTE "DESAPARECIA" DE DENTRO DA PRÓPRIA DELEGACIA. NA CORREGEDORIA DA PJC EM CUIABÁ/MT EXISTE UMA PILHA DENÚNCIAS QUE VERSAM SOBRE AS MAIS DIVERSAS E HEDIONDAS AÇÕES DESSE DELEGADO, MAS EIS QUE ATÉ O MOMENTO NADA DE FEITO E NEM EFEITO. PORÉM, PELAS ÚLTIMAS NOTÍCIAS, PARECE QUE DE FATO AQUI SE PAGA!

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