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'SÓ CONTRA-ATACO' 10.11.2019 | 09h:00

Emanuel diz que ataque vem do Paiaguás, ao justificar farpas com Mendes acirradas por HMC

Por: Marisa Batalha/O Bom da Notícia

Foto: Gilberto Leite

MAURO MENDES E EMANUEL PINHEIRO

 

O prefeito Emanuel Pinheiro já mostra 'ar de cansaço' às contínuas trocas de farpas entre ele e o governador democrata Mauro Mendes. Assegurando - em conversa com o site O Bom da Notícia -, que não foi o primeiro a fazer críticas e que já teria recebido, entretanto, 'uma série de ataques gratuitos por parte do governador democrata'.

 

Chegando a pedir que o site realizasse um levantamento - pari passu -, para verificar suas respostas e, em contrapartida, o número de vezes que teria sido alvo dos ataques recebidos do gestor estadual democrata.

Pinheiro assegurar que o 'bate, levou', mesmo na fase em que classifica estar - do 'Emanuel Paz e Amor' -, ocorre por achar injustos os ataques do governador. Muitos, segundo ele, gratuitos e alguns chegando a ser deselegantes[Aí reajo e contra-ataco]

 

Ainda revelando que as diferenças entre ambos já vem desde a última campanha, quando Mendes ainda era candidato, na disputa à Governadoria do Estado. E acirrada após Mauro ganhar o comando do Palácio Paiaguás.

 

Muito possivelmente porque, na época, Pinheiro teria dado apoio ao candidato Wellington Fagundes (PL), após a decisão de seu partido, o MDB, em apoiar Mendes na corrida eleitoral ao Governo do Estado, nas eleições de 2018.

 

Fagundes acabou derrotado por Mendes nas urnas, após cravar com 840.094 votos nas urnas. Wellington garantiu 280.055 [560 mil votos a menos). O terceiro colocado ficou com o ex-governador tucano Pedro Taques (PSDB), que tentou a reeleição e teve 271.952.

 

Pinheiro aproveitou para assegurar que o 'bate, levou', mesmo na fase em que ainda classifica estar - do 'Emanuel Paz e Amor' -, ocorre por achar injustos os ataques do governador. Muitos, segundo ele, gratuitos e alguns chegando a ser deselegantes. "Aí reajo e contra-ataco".

 

O prefeito emedebista já chegou até mesmo a não ir em eventos como do 'Desfile Cívico de 7 de Setembro', por saber que não era bem vindo pelo governador, após Mauro, alguns dias antes o ter classificado de "mentiroso", mandando-o "trabalhar mais e falar menos". No entanto, o gestor assegura que está aberto ao diálogo e com disposição para finalizar esta fase.

 

(Foto: Sicom/Cuiabá)

Pinheiro-Gilmar-Emanuelzinho 2.jpg

 

Prestes a inaugurar a o novo Hospital Municipal de Cuiabá, que será entregue no dia 18 de novembro, 100% pronto, após pelo menos cinco inaugurações anteriores, já que a unidade acabou sendo entregue por etapas Emanuel Pinheiro, porém, não esconde o orgulho da obra, ao assumir a 'paternidade da unidade'. Ainda que admita a participação de Mendes, no período em que foi prefeito da capital, e que teria deixado o projeto, o terreno e a obra licitada.

 

Mas lembra - tentando cumprir a promessa de amenizar as rusgas entre ele e o governador -, que a unidade orçada em pouco mais de R$ 180 milhões, exigiu dele, enquanto prefeito, uma série de ações políticas, como forma de garantir o término da obra. Ressaltando que o HMC - Hospital Municipal de Cuiabá Dr. Leony Palma de Carvalho - possui 315 leitos e capacidade para 35 mil atendimentos mensalmente.

 

Ainda pontuando que as obras foram impulsionadas pelo aporte de R$ 100 milhões, por meio do programa federal 'Desafio Chave de Ouro', no finalzinho da gestão do presidente da República, Michel Temer(MDB), antecessor do pesselista Jair Bolsonaro e que, no próximo dia 18, já passa a operar com 100% de sua capacidade total.

 

Para Pinheiro, nada disso seria possível sem o apoio incondicional de Temer, que estuda sua agenda pessoal, para inserir o evento e participar da inauguração. Como também do senador Wellington Fagundes, do ex-ministro da Agricultura, Blairo Maggi e ainda as articulações da bancada de Mato Grosso, junto ao então ministro Carlos Marum.

 

E 'por um triz' não volta a ironizar as declarações do gestor estadual, ao revelar que 'não entendia a posição de Mendes', pontuando que quando assumiu a prefeitura em substituição ao atual governador, a obra apresentava diversos problemas. Mas, desta vez, baixou o tom, e evitou alongar suas críticas ao Palácio Paiaguás

“O bom alinhamento político que nossa gestão teve e continua tendo com o Governo Federal aliados à sensibilidade da nossa bancada que, liderada pelos senadores Blairo Maggi e Wellington Fagundes, somados ao apoio de outros parceiros incondicionais, me ajudaram a mostrar ao então presidente Michel Temer e ministro Marum a necessidade de virarmos a página da saúde em Cuiabá. Graça a eles e a nossa equipe que fez uma força-tarefa diuturna, no próximo dia 18 entregaremos para toda a população mato-grossense o maior complexo hospitalar do Centro Oeste. Um case de sucesso que está ganhando destaque no país como exemplo para outros estados não apenas como uma Cuiabá que dá certo, mas sobretudo, como uma gestão que leva à sério o dinheiro público ao ponto de com um impulso federal avançar em 20 anos o SUS de MT”, frisou o prefeito.

 

Pinheiro fez, inclusive, questão de colocar 'panos quentes', na mais recente crítica de Mendes de que ele [Pinheiro] tem feito inaugurações excessivas no HMC[a entrega das cinco etapas da unidade de saúde]. Claro, que pelo fato da entrega, no dia 18, ser a sexta este ano, ainda que seja a última etapa.

 

No entanto, em conversa com jornalistas de vários sites na capital nesta última sexta-feira (08), quando voltou ao HMC acompanhado do filho, o deputado federal petebista, Emanuelzinho Neto e do ministro mato-grossense do STF, Gilmar Mendes, o prefeito Emanuel Pinheiro voltou a discordar de posicionamentos do governador democrata.  E 'por um triz' não volta a ironizar as declarações do gestor estadual, ao revelar que 'não entendia a posição de Mendes', pontuando que quando assumiu a prefeitura em substituição ao atual governador, a obra apresentava diversos problemas. Mas, desta vez, baixou o tom, e evitou alongar suas críticas ao Palácio Paiaguás.

 

Voltando, entretanto, a defender a entrega por etapas da unidade de saúde, fazendo questão de frisar que "o Ministério da Saúde deverá adotar este tipo de medida[as inaugurações por etapas], como protocolo a partir de agora no Brasil inteiro”.

 

Já estão em funcionamento no novo hospital, o ambulatório com mais de 13 especialidades médicas, 180 leitos clínicos com equipamentos de última geração, farmácia satélite e o parque tecnológico de imagens, com serviços de ultrassonografia, endoscopia, colonoscopia e radiografia, além de 40 leitos de UTI.

 

A última etapa a ser entregue no dia 18 consistirá na entrega da urgência e emergência onde funcionará o novo Pronto Socorro, 06 salas cirúrgicas, CME e 13 leitos de recuperação pós-anestésico.

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