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GREVE NA EDUCAÇÃO 31.05.2019 | 14h:56

Mendes entrega na terça proposta a Sintep, mas reforça dificuldade em atender reivindicações

Por: Rafael Machado - O Bom da Notícia

Mayke Toscano/Secom-MT

Mayke Toscano/Secom-MT

O governador Mauro Mendes (DEM) reafirmou que o Estado não tem condições financeiras de atender as reivindicações dos profissionais da Educação que deflagraram greve geral na última segunda-feira (27), por tempo indeterminado. O democrata irá entregar na próxima terça-feira (4), um documento para categoria, explicando a situação financeira do governo e, sobretudo, onde o caixa do Estado precisa chegar para atender as reivindicações da classe.

 

“Na terça-feira vamos encaminhar um documento onde iremos mostrar a legislação e a interpretação da Procuradoria Jurídica de Mato Grosso, sobre as condições - de forma objetiva -, que o Estado precisa estar  e cumprir para que possamos, de fato, voltar a ter condições de dar RGA [Revisão Geral Anual] e oferecer ganhos reais ao servidor”, disse o chefe do Executivo estadual à imprensa, após reunião com os profissionais da Educação, nesta sexta-feira (31).

 

Já de acordo com o presidente do Sindicato dos Profissionais de Educação (Sintep), Valdeir Pereira, a categoria receberá o documento prometido por Mendes, na próxima semana, e colocará em assembleia para avaliar com o restante da categoria sobre as considerações do gestor restadual. Caso aceitem as explicações do governo, a classe poderá encerrar a greve.

 

Ressaltando que até lá a greve será mantida e que sua suspensão ou término dependerá da análise da categoria após a apresentação da proposta.

 

Em coletiva, Mauro Mendes afirmou que o governo está no limite estabelecido na Lei de Responsabilidade Fiscal Federal e Estadual com relação aos gastos com pessoal.

 

“Nós temos três dispositivos legais que impedem o Estado de Mato Grosso de dar aumento salariais, de elevar os gastos com pessoal. Então, lamentavelmente explicamos isso a eles e mostramos que não é uma questão do Estado querer ou não querer, de ter vontade ou de não ter vontade”, disse.

 

Mendes reforçou as dificuldades financeiras do governo, revelando que se desse hoje um aumento a categoria seria como emitir um cheque sem fundo. “Eu vou dar o aumento e depois não teremos dinheiro para pagar o que vai significar mais atraso no salário”. (Com colaboração de Ana Adélia Jácomo)

 

Veja vídeos do governador e do presidente do Sintep após reunião nesta sexta-feira: 

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