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ONDE ESTÁ ORÇAMENTO DA SAÚDE! 06.06.2019 | 14h:48

Misael diz que denúncias constatam precariedade em PSC e convoca Possas

Por: Ana Adélia Jácomo

(Foto: Secom Câmara - Ednei Rosa)

(Foto: Secom Câmara - Ednei Rosa)

 A Câmara de Vereadores de Cuiabá convocou o secretário municipal de Saúde, Luiz Antônio Possas de Carvalho, para dar explicações, na próxima quarta-feira (12), sobre as mais diversas denúncias que vêm sendo realizadas desde a falta de medicamentos até materiais básicos de trabalho no Pronto Socorro de Cuiabá.

 

Durante sessão nesta quinta-feira (6), o presidente da Câmara, Misael Galvão (PSB), disse que não consegue entender como a Secretaria de Saúde, tendo um orçamento na ordem de R$ 900 milhões, não consegue suprir a falta dos materiais nas unidades de saúde da capital. Segundo ele, Possas precisa dar explicações à sociedade. 

 

As recorrentes denúncias têm sido feitas pelo Sindicato dos Médicos[Sindmed], pacientes, vereadores da oposição e, recentemente, pelo Tribunal de Contas do Estado, pela senadora Selma Arruda (PSL) e vídeo feito pelo site O Bom da Notícia, que estiveram no local e divulgaram imagens de superlotação, precariedade na estrutura física, falta de medicamentos e materiais para atendimento. 

 

“Toda semana tem matéria na imprensa sobre a falta de medicamento, mas isso preciso de um acompanhamento com mais elementos porque não dá pra entender que, com o orçamento que tem a saúde... Quero fazer esse pedido à Comissão de Saúde, para que se posicione. O secretário precisa falar”, disse o presidente. 

 

O vereador Ricardo Saad (PSDB), que é médico, afirmou que tem recebido diversas reclamações de colegas. Ele chegou a cogitar que o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) troque o secretário de Saúde e que faça um choque de gestão na pasta, demitindo, se preciso for, servidores comissionados. Dilemário Alencar (Pros) se disse indignado com a postura do prefeito que declarou ser vítima de boicotes, após vídeos, fotos e relatos sobre o caos no Pronto Socorro terem sido divulgados pela imprensa. 

 

“O prefeito disse que é boicote dos vereadores da oposição e dos funcionários do hospital. O TCE fez vistoria e viu tudo lá, pediatras denunciaram a falta até de sabão para lavar as mãos, o sindicato dos médicos diz que falta até morfina para atender os pacientes”, disse ele. 

 

Líder do prefeito na Câmara, Juca do Guaraná (Avante) disse que conhece de perto a realidade do hospital, já que além das visitas como parlamentar, ele contou que um parente seu ficou internado recentemente no hospital por cerca de 20 dias. De acordo com ele, no entanto, o Pronto Socorro recebe uma demanda de pacientes superior ao que pode suportar. Esse seria o principal ponto de estrangulamento.

 

“Deve faltar materiais e remédios, sim. Estou sempre lá acompanhando, mas o atendimento lá demonstra muita atenção por parte dos funcionários, mas as demandas são inúmeras, e não é só pacientes municipais. Tinha gente da Bolívia internado lá. O novo HMC (Hospital Municipal de Cuiabá) vai preencher essa lacuna”, afirmou ele.  

 

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