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SOBRE NOVELA DO VLT 08.08.2019 | 14h:28

‘Ninguém vai arrebentar a cidade sem autorização da prefeitura’, diz Pinheiro

Por: Marcio Camilo - O Bom da Notícia

O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) voltou a dizer que as obras do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) não irão acontecer em Cuiabá, se o Governo não pedir autorização do município. Reforçando seu discurso - dito reiteradas vezes em conversa com jornalistas -, que a cidade tem gestor, leis e o normas a serem respeitadas: “Ninguém vai entrando aqui e arrebentando a cidade sem a autorização”, disse, nesta quinta-feira (08), em entrevista ao Jornal do Meio Dia.

 

O gestor emedebista reclamou que até agora não foi chamado pelo governador Mauro Mendes (DEM) para discutir as obras do VLT, que estão paralisadas em Cuiabá e Várzea Grande desde dezembro 2014. Recentemente, a Justiça decidiu a favor do Governo pela rescisão unilateral do contrato com o Consórcio VLT – empresa responsável pela construção do modal. Desde então, Mauro tem se articulado em Brasília para dar uma solução definitiva ao problema.

 

Prefeito reclama que até agora não foi chamado pelo governador Mauro Mendes (DEM) para discutir as obras do VLT, que estão paralisadas em Cuiabá e Várzea Grande desde dezembro 2014

Mas, o prefeito enfatiza que “nada vai acontecer se não tiver Cuiabá no meio”. Defendendo a ideia que a população cuiabana precisa estar inteirada quanto as obras, “para evitar o que aconteceu no passado, com as obras arrebentando a cidade, os principais corredores comerciais, ainda afetando a vida da população e o nosso meio ambiente”.

 

Também citou que as atuais obras do modal deixaram um cenário “horroroso, parecendo uma cidade em ruínas, e que só agora estou recuperando os canteiros centrais das avenidas do CPA, da Prainha e Fernando Côrrea da Costa”.

 

O gestor emedebista lembrou ainda de um decreto municipal que determina que qualquer tipo de intervenção na cidade tem que passar pelo crivo dos técnicos da Prefeitura.

 

“Então, Cuiabá tem prefeito, tem gestor, leis e normas que têm que ser respeitadas. Tem um decreto meu que determina: estamos prontos para receber todas as obras do Estado e da União, mas apresente o projeto para a Prefeitura, os técnicos vão analisar, discutir e melhorar o projeto. A prefeitura autoriza, acompanhar, fiscaliza e pode fazer a obra”, reforçou.

 

O Consórcio VLT já informou na imprensa que seria necessário mais R$ 1 bilhão para concluir o modal de transporte. Mesmo assim, Pinheiro entende que o VLT é viável, devido “à quebra de paradigmas e por ser um mote de desenvolvimento humano, com reflexo no social e na repaginação do centro histórico”.

 

Sobre cifras, o prefeito da capital acredita piamente que um conjunto de esforços políticos entre o Governo do Estado, União, bancada federal e Prefeitura de Cuiabá, podem trazer os recursos restantes para concluir a obra: “Foi assim que eu consegui os R$ 100 milhões para a conclusão do Novo Hospital Municipal. O Estado sozinho não vai dar conta de resolver”, ainda pontuou. 

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