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PRIMEIRO ATO 14.03.2019 | 10h:52

Presidente da CPI manda recado à imprensa: "reunião será de portas fechadas"

Por: Ana Adélia Jácomo/ O Bom da Notícia

Foto: Reprodução/AL-MT

Foto: Reprodução/AL-MT

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Sonegação e Renúncia Fiscal, fará sua primeira reunião às ‘portas fechadas’ nesta quinta-feira (14). O presidente da CPI, deputado Wilson Santos (PSDB), enviou um recado à imprensa para comunicar que não haveria cobertura jornalística das primeiras reuniões, provavelmente até o terceiro encontro.

 

Os membros da CPI se reúnem a partir das 14h, na sala 201, na Assembleia Legislativa. Participarão apenas os membros titulares Janaina Riva (MDB), Carlos Avalone (PSDB), Max Russi (PSB) e Nininho (PSD) e os suplentes João Batista (Pros), Elizeu Nascimento (DC), Dilmar Dal Bosco (DEM), Dr. Eugênio (PSB) e Thiago Silva (MDB). 

 

“Quero informar à imprensa que teremos a primeira reunião ordinária da CPI, e será de portas fechadas. É uma reunião econômica e administrativa para tratarmos ações, organizarmos e planejarmos as ações da CPI. Participarão apenas membros titulares e suplentes, de maneira interna, para tratarmos do regimento interno, definir quantas reuniões teremos por semana, o calendário, cronograma e convocações. Os profissionais da imprensa não terão acesso. Ninguém foi convocado, não haverá oitiva e nem convidado. É uma reunião de trabalho interno, e provavelmente até a terceira será fechada para nos organizarmos”. 

 

A expectativa é que a Assembleia convoque os órgãos de controle (Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual, Polícia Federal, Delegacia Fazendária e ao Governo do Estado de Mato Grosso) para saber que procedimentos foram adotados com relação as duas últimas CPI’s que ocorreram na Assembleia Legislativa. Uma em 2014 e outra em 2015. 

 

Sonegação fiscal chegaria perto de R$ 2 bilhões ao ano, de acordo com as investigações realizadas nas duas CPIs. No requerimento foi citado um relatório da Controladoria Geral do Estado (CGE) que apontou que, entre 2012 e 2017, o Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Prodeic) concedeu R$ 7,1 bilhões em incentivos fiscais em Mato Grosso e, em contrapartida, as empresas beneficiadas geraram 468 empregos.  

 

A CPI deve apurar a fundo as supostas irregularidades que circundam a política estadual de renúncia tributária que, inclusive, podem assumir tons de sonegação fiscal.

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