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PRESO EM OPERAÇÃO 19.08.2019 | 11h:52

Servidor preso, trabalha com Barranco na AL e responde por desvio de R$ 5 milhões

Por: Marcio Camilo - O Bom da Notícia

Foto : Ronaldo Mazza/ALMT

Valdir Barranco

Deputado Valdir Barranco acredita na idoneidade do servidor lotado em seu gabinete

O deputado estadual Valdir Barranco (PT) disse que acompanha os desdobramentos da Operação "Fake Delivery", que investiga suposto desvio de material escolar em comunidades indígenas. Afirmou nesta segunda-feira (19), por meio de nota, que até o momento não há nada que desabone a conduta do servidor público, Francisvaldo Pereira de Assunção, que foi preso na operação, no início da manhã de hoje e que está lotado no gabinete do deputado petista.

 

Francisvaldo é servidor do Estado, cedido à Assembleia Legislativa. Em 2016, ele foi alvo de uma investigação da Controladoria Geral do Estado, que identificou uma fraude de R$ 5 milhões num contrato da Seduc com a empresa Avançar Tecnologia em Software Ltda, que forneceu um sistema pirata do Windows em computadores de escolas.

 

A CGE chegou abrir um Procedimento Administrativo (PAD) contra Francisvaldo, que à época estava lotado na Seduc era um dos responsáveis pelo contrato.

 

O servidor - que agora trabalha com Barranco -, foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), por volta das 8h, durante o cumprimento de mandato da operação Fake Delivery, da Delegacia Fazendária (Defaz).

 

Desse dois milhões, R$1,135 mil [um milhão e centro e trinta e cinco mil] foi recebido por Francisvaldo, preso hoje na operação, mas mesmo assim, ele não foi encaminhado para o departamento. As provas são documentais

Conforme o delegado Luiz Fernando Damasceno há provas documentais da transferência dos materiais escolares às comunidades indígenas, no valor de mais de R$ 2 milhões. Porém, de acordo com as investigações, somente 800 mil em materiais teriam sido entregues. O resto, mais de R$ 1 milhão, teria sido desviado pelo servidor.

 

"Desse dois milhões, R$1,135 mil [um milhão e centro e trinta e cinco mil] foi recebido por Francisvaldo, preso hoje na operação, mas mesmo assim, ele não foi encaminhado para o departamento. As provas são documentais. Tem um atestado dele recebendo as mercadorias e tem um controle do departamento próprio onde ficam armazenadas as mercadorias, indicando que essas mercadorias não foram remetidas para lá", ressaltou o delegado durante coletiva de imprensa, na manhã desta segunda, para dar mais detalhes da operação.

 

Os materiais são de 2014 e faziam parte de um projeto destinado as comunidades indígenas e também aos quilombolas.

 

Leia a nota na íntegra do deputado

 

NOTA

O deputado estadual Valdir Barranco (PT-MT) acompanha atentamente, através da imprensa, os desdobramentos da operação “Fake Delivery” que envolve o servidor público, analista administrativo, Francisvaldo Pereira de Assunção, cedido à AL MT, desde maio último. Até o presente momento, não há qualquer ato de seu conhecimento que desabone a conduta do servidor de carreira.

Assessoria de comunicação

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