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DIZ TAQUES AO DEFENDER CONTAS 06.08.2019 | 17h:26

'Vivi em MT crise pior do que a de 1929, quando houve a queda na bolsa de valores de Nova York'

Por: Marcio Camilo - O Bom da Notícia

Divulgação/Assessoria

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O ex-governador Pedro Taques (PSDB) - usando de sua fama como jurista renomado -, decidiu fazer a própria defesa durante o julgamento de suas contas de Governo, referentes ao exercício de 2018, seu último ano como o responsável pelo comando do Palácio Paiaguás. O julgamento está sendo realizado pela Corte do Tribunal de Contas do Estado, em sessão plenária nesta terça-feira (06).

 

No TCE, o ex-gestor estadual chegou a revelar que não conseguiu concretizar seu sonho de mudar a realidade de Mato Grosso. Reconhecendo erros em sua administração, mas em sua defesa, fazendo questão de frisar a grave crise financeira do país, refletida em Mato Grosso, que teria emperrado, substancialmente, sua gestão. 'Vivi uma crise pior do que a de 1929, quando houve a crise na Bolsa de Valores de Nova York [Fase conhecida como a Grande Depressão, quando ações na bolsa de valores de Nova Iorque, New York Stock Exchange, resultaram em perdas milionárias para bancos e investidores]".

 

“Foi um momento em que a economia parou de crescer, de muita perturbação econômica e política, com impeachment da presidente Dilma Roussef. Isso repercutiu e muito na nossa administração”, destacou.

 

Foi um momento em que a econômica parou de crescer, de muita perturbação econômica e política, com impeachment da presidente Dilma Roussef. Isso repercutiu e muito na nossa administração

Sobre os gastos com pessoal, uma das principais irregularidades de sua gestão apontadas pelo TCE, o ex-governador argumentou que recebeu o Estado próximo de estourar a limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), no patamar de 49%. 

 

Destacando ainda que teve que cumprir a execução de leis de carreiras, que promoveram o aumento salarial dos servidores, que foram aprovadas em 2013 e 2014. Ao todo, conforme Taques, foram 19 leis que acabaram causando um grande impactos nas receitas do Estado durante a sua gestão. Asseverando que estes impactos irão se alongar até 2022.

 

Ainda de acordo com o ex-governador tucano, ele poderia ter entrado com uma ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF) para barrar as leis. Mas que não fez isso em respeito ao direito adquirido dos servidores.

 

“Assumi o compromisso, porque eu entendo que salário incorporado ao cidadão não pode sofrer retrocesso. E honrei o meu compromisso de não subtrair os direitos dos servidores”.

 

Leia mais - Com mais de 30 ressalvas, TCE aprova contas da gestão do ex-governador Pedro Taques

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