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SONEGAÇÃO E RENÚNCIA FISCAL 27.02.2019 | 16h:31

Wilson deve ficar na relatoria de CPI fiscal e Thiago na presidência

Por: Ana Adélia Jácomo/ O Bom da Notícia

Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Assembleia Legislativa de Mato Grosso

A instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Sonegação e Renúncia Fiscal deve ser publicada nesta quinta-feira (28), tendo Thiago Silva (MDB) como presidente e Wilson Santos (PSDB) na relatoria.

 

Apesar de ter assinado o requerimento, o que lhe garantiria a presidência, Wilson não conseguiu apoio dos parlamentares. Principal articuladora para emplacar Thiago na presidência da investigação, Janaína Riva (MDB) declarou que não é a única deputada dentro da Assembleia que não vê o nome de Wilson com bons olhos para conduzir a investigação. 

 

O clima de tensão ocorre após o tucano desempenhar, segundo ela, um trabalho duvidoso à frente da Comissão de Constituição e Justiça, que indicou Guilherme Maluf (PSDB) à cadeira de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

 

“Na verdade, eu sou contra o Wilson ser presidente da CPI. Quando o requerimento é apresentado por ele, o direito passa a ser dele de ser presidente. Eu gostaria que fosse o Thiago [deputado Thiago Silva –MDB], porque ele está numa posição mais intermediária. Eu respeito muito o deputado Wilson Santos, mas não o considero confiável suficiente para ser presidente dessa CPI”, disse ela Janaína.

 

Caso assuma a relatoria, o deputado reafirma que pretende começar convocando os órgãos de controle do Estado.

 

SELANDO A PAZ 

 

Wilson e Janaína têm promovido muitos embates políticos, desde a última legislatura quando o tucano era líder do ex-governador Pedro Taques e a deputada mais ferrenha opositora. 

 

Com a eleição de Mendes, Wilson Santos assumiu postura independente na Casa, no entanto, presidiu a comissão que indicou Maluf ao TCE. Os ânimos se exaltaram e a deputada chegou a declarar que o deputado não seria uma pessoa confiável para presidir uma CPI desse porte. Em seu Instagram, Wilson publicou um vídeo “selando a paz com a deputada”. 

 

Em tom de brincadeira, ele, ironicamente, oferece limões cultivados em uma plantação própria à colega de parlamento. ASSISTA AQUI.

 

A CPI

 

No requerimento, Wilson Santos citou um relatório da Controladoria Geral do Estado (CGE) que apontou que, entre 2012 e 2017, o Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Prodeic) concedeu R$ 7,1 bilhões em incentivos fiscais em Mato Grosso e, em contrapartida, as empresas beneficiadas geraram 468 empregos. 

 

A CPI deve “apurar a fundo as supostas irregularidades que circundam a política estadual de renúncia tributária que, inclusive, podem assumir tons de sonegação fiscal”. 

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