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NESTE SÁBADO 13.04.2019 | 06h:00

Especial Cazuza revive obra do cantor neste sábado

Por: Da Redação

Assessoria

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O calor predominava no Rio de Janeiro no início do outono de 1958. Era uma sexta-feira santa, dia 4 de abril, por volta do meio-dia, quando uma jovem mãe de primeira viagem deu entrada na Casa de Saúde São José, no Humaiatá. Uma fruta-do-conde e longas nove horas de trabalho de parto antecederam a chegada de um novo ariano ao mundo. Registrado Agenor de Miranda Araújo Neto, o filho único de Lucinha e João Araújo sempre foi conhecido como Cazuza.

 

Em homenagem ao mês de aniversário do artista, o Malcom Pub recebe Fábio Sanchez de Oliveira parar assumir o papel de seu ídolo na missão musical de fazer o dia nascer feliz. Neste sábado (13), o músico irá reviver o cancioneiro contundente de Cazuza – que continua, desde a década de 1980, dando sinais de grande vitalidade.    

 

Seja ao lado do Barão Vermelho ou em trajetória solo, a poesia dos versos de Cazuza – que procuravam transformar o tédio em melodia – deram tom e sabor às suas composições. Com uma obra que transcende o universo do rock, o artista fez da sua língua navalha e carinho. Esbanjou sensualidade, rebeldia e criticidade ao cantar amores – jamais açucarados –, bem como a boemia, a liberdade e o futuro da nação.   

  

Cazuza completaria 61 ano este mês e Fábio 'Exagerado' mostrará que no palco o poeta está vivo

Há quem diga que ele era o coração em estado bruto – exagerado. Outros, que ele era nitroglicerina pura. Em oito anos de carreira, fez-se "Maior Abandonado", pediu por uma "Ideologia" que o guiasse e, sob "Codinome Beija-Flor", contou segredos de liquidificador. Se Renato Russo perguntava "Que País É Esse?", Cazuza respondia: "Brasil". Inclusive, teve a proeza de fazer de "O Tempo Não Para" um hino à resistência – de um povo e de um homem. 

 

"Cazuza completaria 61 ano este mês e Fábio 'Exagerado' mostrará que no palco o poeta está vivo. Até porque, com sua obra, Cazuza alcançou o olimpo reservado apenas aos deuses da música. No Malcom, Fábio irá trazer consigo toda a irreverência, timbre e poesia de seu homenageado – sem contar a semelhança. Mais uma dose? É claro que estamos afim. Quem vier com tudo não se cansará", comenta Alexandre Matozo, um dos proprietários do Grupo Malcom. 

 

No dia 13 de abril, a noite ainda contará com som da banda DeCopollas. O evento conta com a assinatura rock’n’roll do Malcom e da Container Produções. Ao mesmo tempo em que rola Especial Cazuza no Pub, no Club será a vez do flashback guiar a balada eletrônica – que traz em seu lineup os DJs Joylson e Cleyton 7.

 

SERVIÇO – A portaria será de R$25. Vale ressaltar que a entrada concede o direito a circular pelos dois ambientes do Grupo Malcom, que está localizado na Avenida Miguel Sutil, número 10.240, no Bairro Santa Rosa (Ao lado do Gran Odara Hotel). Mais informações pela fan page: www.facebook.com/malcompub .

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