Sábado, 13 de Julho de 2024

POLÍTICA Quinta-feira, 20 de Junho de 2024, 09:00 - A | A

Quinta-feira, 20 de Junho de 2024, 09h:00 - A | A

TOMA LÁ DÁ CÁ

Júlio Campos rebate Zaeli e diz que pré-candidato 'é bom empresário mas um político medíocre’

Luciana Nunes/ O Bom da Notícia

"Este Tião, Sebastião, nem sei seu nome, só quer aparecer. Apesar do sucesso no campo profissional, na política ele é um medíocre". Apontou à jornalistas, nos corredores da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Júlio Campos(União Brasil), ao rebater algumas das críticas de que tem sido alvo, do ex-prefeito de Várzea Grande.

Vale lembrar que o empresário, citado pelo parlamentar, compõe a cabeça de chapa, como vice, junto com a advogada Flávia Moretti (PL), na disputa pela Prefeitura de Várzea Grande. 

“Olha, o ex-prefeito - que é um grande empresário, mas um político fracassado -, como é o Tião da Zaeli, vem constantemente querendo aparecer. Ele foi um administrador medíocre que ficou um ano e meio como prefeito e dois anos de vice. Agora quer viabilizar uma candidatura inviável, ele não teve chance de candidatura, lançou Flávia mas vai ter a parcela de votos que a oposição sempre teve em Várzea Grande, que sempre foi muito pequenininha”, disse.

Em recentes entrevistas, Tião da Zaeli tem revelado que renunciou ao cargo em 2012 por estar sendo chantageado e extorquido pela Câmarade Vereadores, ao rebater algumas versões nos corredores políticos, de que teria feito da cidade um "balcão de negócios".

Em um das declarações, ao Veja Bem MT, ele revelou o motivo da renúncia.

"Eu renunciei porque eu estava sendo extorquido. Apareceu uma conta lá, na época, de R$ 4 milhões. Me falaram que era um resto a pagar. Eu nem me inteirei do que seria porque eu vi que não era republicano. Era uma falcatrua e o pessoal estava querendo me obrigar a pagar uma conta da época do prefeito Nereu Botelho (anos 90). Eu não aceitei e começou a virar uma confusão. Levantaram uma Comissão Processante porque, segundo os vereadores, eu não tinha me afastado de uma empresa que eu tinha. Fizeram essa chantagem e eu, muito aborrecido, tinha acabado de perder eleições e não tinha apego ao cargo, assim, entreguei", revelou o empresário.

Já Júlio garante que as acusações de Tião não têm fundamento e são apenas uma tentativa desesperada de atacar adversários, fazendo questão de garantir que nunca fizeram parte do mesmo grupo político.

"Quem tem que responder isso é o próprio Tião. Se ele foi chantageado, que dê nome aos bois. Nunca foi nosso correligionário, nunca foi nosso amigo pessoal, temos um bom relacionamento comercial apenas. Ele é um mega empresário, homem rico, de sucesso, bom para negociar, mas, politicamente, inexiste”, completou.