A vereadora Maysa Leão (Republicanos), uma das parlamentares que solicitaram a representação do vereador Paulo Henrique (MDB) - investigado pela Polícia Federal - na Comissão de Ética, afirma que o pedido de licença solicitado pelo vereador de 31 dias não irá anular o pedido realizado pelos vereadores.
“O acatar ou não acatar não sofre interferência em nenhum momento pela licença do vereador, porque é uma licença temporária. É óbvio que os trâmites, caso acatado o pedido pela Comissão de Ética, não vão começar enquanto ele não voltar à casa, mas a comissão pode se reunir e pode dizer se acata ou não o nosso pedido”, relatou a parlamentar à imprensa.
Na Tribuna, a vereadora Maysa Leão se propôs a esclarecer que a representação na Comissão de Ética do vereador Paulo Henrique, não é para condenar o vereador previamente, mas sim investigar.
“Temos que nos posicionar sobre temas difíceis e é o posicionamento que se quer de quem se coloca na política. Não dá pra você estar na linha de frente da política e fugir dos grandes embates. Então o que nós propusemos foi que a comissão de ética instaure o mesmo procedimento que foi instaurado lá atrás no caso da vereadora Edna e possa ouvir o vereador, ouvir as testemunhas que o vereador elencar, e requerer o inquérito policial”, declarou a parlamentar.
Segundo Maysa Leão, a representação inserida na Casa foi nos moldes das que o vereador Luís Cláudio (MDB) propôs no caso da vereadora Edna Sampaio (PT).
Assinaram o documento, além da vereadora Maysa Leão (Republicanos), Michelle Alencar (União Brasil) e os vereadores, Demilson Nogueira (PP), Dilemário Alencar (União Brasil), Eduardo Magalhães (Republicanos). Luiz Fernando (União Brasil), e Sargento Joelson (PSB).
Durante a sessão, as assinaturas de Robinson Cireia (PT) e Rogério Varanda (PSDB) somaram suas assinaturas à propositura.
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