Terça-feira, 28 de Maio de 2024

POLÍCIA Segunda-feira, 15 de Janeiro de 2024, 12:37 - A | A

Segunda-feira, 15 de Janeiro de 2024, 12h:37 - A | A

CASO ZAMPIERI

Policia prende coronel do Exército suspeito de ter financiado a morte de advogado em Cuiabá

Da Redação do O Bom da Notícia

O coronel do Exército Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas foi preso nesta segunda-feira (15), em Belo Horizonte (MG), por suspeita de envolvimento na morte do advogado Roberto Zampieri, no início de dezembro do ano passado, no Bosque da Saúde, em Cuiabá.

De acordo com o delegado Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Nilson Farias, o coronel é suspeito de financiar o assassinato do advogado. Ele está sendo ouvido nesta segunda e, não há, até o momento, previsão de que o militar seja transferido para Cuiabá. 

“Nossa equipe de policiais compareceu à cidade de Belo Horizonte (MG) para cumprir a prisão do coronel do Exército Brasileiro suspeito de financiar o homicídio do advogado Roberto Zampieri. A partir desse momento, cumprimos buscas e apreensões. Efetuamos a prisão temporária desse suspeito e em breve poderemos concluir o inquérito policial”, informou delegado.

Roberto Zampieri tinha 56 anos e foi assassinado na noite do dia 05 de dezembro, em frente ao seu escritório, no bairro Bosque da Saúde, em Cuiabá. A vítima estava em uma picape Fiat Toro quando foi atingida pelo executor com diversos disparos de arma de fogo. O executor foi preso na cidade de Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte (MG).  
 
O mandado de prisão de Antônio Gomes da Silva foi cumprido pela Delegacia de Homicídios da capital mineira em apoio à Polícia Civil de Mato Grosso, que investiga o crime ocorrido contra o advogado.  
 
Já a mandante do crime, que segundo a DHPP, é Maria Angélica Caixeta Gontijo, foi presa na cidade de Patos de Minas, no sudeste mineiro. No momento da prisão, a investigada estava com uma pistola 9mm, do mesmo calibre que o utilizado no homicídio do advogado.  
 
Por fim, no dia 22, o terceiro envolvido foi preso, sendo identificado como Hedilerson Fialho Martins Barbosa, membro do Exército e instrutor de tiro. Ele é apontado como provável intermediário do crime, sendo responsável por contratar o executor e entregar a arma de fogo.   
 
Polícia aponta ainda que Antônio foi contratado para cometer o crime e recebeu R$ 40 mil. O intermediário despachou uma pistola calibre 9mm, registrada em seu nome, no dia 5 de dezembro, data que Zampieri foi morto.