Segunda-feira, 20 de Maio de 2024

POLÍTICA Quarta-feira, 31 de Janeiro de 2024, 10:23 - A | A

Quarta-feira, 31 de Janeiro de 2024, 10h:23 - A | A

CABO DE GUERRA

Júlio diz que como fundador do União Brasil ficará no partido, mas admite 'falta de prestígio'

Luciana Nunes/ O Bom da Notícia

Sem esconder sua decepção, após perder o comando do PRD para o suplente de senador, Mauro Carvalho, o deputado estadual Júlio Campos descarta filiação à nova legenda, que uniu Patriotas com o PTB.

Ao admitir à jornalistas, esta semana, sua permanência no União Brasil e lembrar que é um dos seus fundadores em Mato Grosso, 'ainda que com pouco prestígio político'.

“Eu acredito que nós estamos bem lá, sem muito prestígio, sem grandes forças políticas partidárias, então é melhor a gente ficar onde eu sou o fundador do que ir para uma aventura de um novo partido em Mato Grosso”, disse.

Frisando que a ideia de mudar de partido era a alternativa encontrada por ele e por alguns líderes do União como forma de assegurar musculatura e viabilidade política à pré-candidatura do presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (UB), na disputa pela Prefeitura de Cuiabá, neste pleito de outubro.

“A gente ia em uma missão especial para assumir o PRD. Ter um partido que desse sustentação à candidatura de Eduardo Botelho, na disputa pela Prefeitura de Cuiabá, já que o União Brasil pode descarta-lo nos próximos dias. Mas como não deu certo vamos continuar onde estamos”. 

Na visão de Júlio, caso Botelho não consiga viabilizar a candidatura no União Brasil, ele tem pelo menos outros quatro partidos onde poderá dar continuidade ao seu projeto eleitoral. Ao afirmar que apesar do imbroglio que o presidente da Assembleia vive internamente no União ele, contudo, vive uma bela fase junto ao eleitorado cuiabano, com grandes chances de ganhar a eleição na capital. 

“A situação perante a população é muito boa, com possibilidade real de Botelho ir ao segundo turno e ganhar as eleições. Agora ele está em um  embróglio partidário. Está dependendo de conversações, da sua liberação por parte da executiva estadual, para dar a ele a carta de auforria. Aí tem três ou quatro partidos que ele pode ir como o PP, PSB, PSDB e, possivelmente, o Podemos. Ou até quem sabe o governador Mauro Mendes lhe de dar essa oportunidade de continuar no União Brasil e ser o candidato do partido”, finalizou.