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CASO ATÍPICO DE VACA LOUCA 04.06.2019 | 18h:22

Após suspensão da carne bovina para China, Indea acredita que medida não irá impactar economia de MT

Por: Rafael Machado - O Bom da Notícia

Chico Valdiner/Gcom

Chico Valdiner/Gcom

O presidente do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea-MT), Tadeu Aurimar Mocelin, disse que após confirmação de um caso atípico de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) – doença conhecida como vaca louca - e a suspensão temporária das exportações de carne bovina para China, não causará impacto na economia.

 

A China é o segundo maior país que compra de carne bovina de Mato Grosso, segundo o presidente do Indea.

 

Na segunda-feira (3), em nota o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) confirmou a suspensão temporária da emissão de certificados sanitários para exportação de carne bovina até que as autoridades chinesas façam avaliações dos resultados das investigações e dos resultados feitos em laboratórios que afastam o risco de epidemia da doença no Brasil. 

 

Segundo o Mapa, o intervalo está estabelecido no protocolo bilateral assinado entre os dois países em 2015. Mocelin acredita que o tempo de avaliação das autoridades chinesas será concluída nos próximos dias e que o tempo não causará impactos negativos na economia de Mato Grosso.

 

“Acredito que não vai ter impacto econômico até porque todos os países são notificados e, sabem do que ocorreu aqui, não vai causar alteração nenhuma. Então acho que com a China será apenas esse período de pouco dias até analisarem”, comentou durante entrevista ao Jornal do Meio-Dia, da TV Vila Real, nesta terça-feira (4).

 

O presidente do Indea ainda falou que o caso ocorreu no município de Nova Canaã (744 km de Cuiabá) e que há dois meses equipes do Indea e do Mapa estavam apurando o caso.

 

O Mapa ainda informou que a Organização Internacional de Saúde Animal (OIE) determinou o encerramento do caso “sem alteração do status sanitário brasileiro, que segue como risco insignificante para a doença”.

 

Na última sexta-feira (31), o Ministério da Agricultura, em nota, confirmou um caso atípico de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), popularmente conhecido como “vaca louca”. A pasta destacou que o caso não traz risco à população.

 

De acordo com o Mapa, a vaca é um animal de corte, com idade de 17 anos, e foi abatido após confirmação da doença. Explica que o enfermidade ocorreu de maneira espontânea e esporádica e que todo o material de risco foi removido do animal durante o abate de emergência.

 

Veja na integra a última nota emitida pelo Ministério da Agricultura sobre o caso de vaca louca:

 

1 - Examinada a notificação da ocorrência pela Organização Internacional de Saúde Animal (OIE), este órgão determinou hoje (3) o encerramento do caso sem alteração do status sanitário brasileiro, que segue como risco insignificante para a doença.

 

2 - A OIE informou ainda que não haverá relatórios suplementares sobre o caso.

 

3 - No caso da China, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil suspendeu temporariamente a emissão de certificados sanitários até que a autoridade chinesa conclua sua avaliação das informações já transmitidas sobre o episódio, cumprindo-se, assim, o disposto no protocolo bilateral assinado em 2015.

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