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JUIZ, DEFENSOR E PROMOTORES ENTRAM 18.08.2019 | 06h:30

Mesmo sabendo que visitas estão suspensas, familiares de presos insistem em entrar na PCE

Por: Rafael Medeiros - O Bom da Notícia

Internautas

 Familiares voltam para casa.

Nas primeiras horas deste domingo (18), centenas de esposas e parentes de detentos - mesmo sabendo que as visitas estão suspensas - insistiram em ir na frente da Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, tentar visitar os parentes presos. Porém, os familiares tiveram que voltar para casa. As visitas estão suspensas desde a última segunda-feira (11), quando foi deflagrada a operação Elison Douglas, que tem o objetivo de 'faxinar' as celas. 

 

Ao O Bom da Notícia, familiares disseram que supostas denúncias de agressões a reeducandos ainda preocupam. Segundo informações veiculadas em aplicativos de celular, reeducandos do raio 5 teriam sido agredidos nesta madrugada. A Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas (Abracrim) chegou a protocolar, em Brasília, um pedido para apurar as informações de agressões. A Secretaria de Segurança Pública desconsidera agressões. 

 

A PCE abriga cerca de 2.400 presos, sendo que apenas 600 recebem visitas frequentemente

O juiz Geraldo Fernandes Fidelis Neto, da Vara de Execuções Penais da Capital e coordenador do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário do Poder Judiciário de Mato Grosso, esteve na PCE e afirmou que não há notícias de agressões, que os doentes estão saindo para tratamento e os trabalhadores continuam fazendo serviços para a prefeitura de Cuiabá e Estado, normalmente.

 

Os promotores de Justiça Josane Fátima de Carvalho Guariente e Rodrigo de Araújo Braga Arruda também foram à PCE. Segundo Guariente, serão realizadas novas reuniões com intuito de assegurar a implementação de melhorias das condições dos presos e também visando garantir uma maior segurança à sociedade.

 

A operação tem previsão de durar 30 dias. Até a manhã deste domingo não foi divulgado nenhum balanço para imprensa. 

 

Presos na PCE estão em celas superlotadas e com direitos cerceados, diz advogado da OAB

 

Conforme Flávio, o que mais impressiona é a superlotação do presídio, o que faz com que os presos fiquem em condições desumanadas. O local tem capacidade para 800 detentos. Mas atualmente conta com 2.400: “você imaginar que numa cela, num espaço quadrado, deveria caber oito pessoas, hoje tem 40, 50, pessoas. Então é muito desumano”.

 

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