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APÓS DOIS MESES 28.06.2019 | 07h:56

CPI que investiga renúncia e sonegação fiscal deve retornar em agosto

Por: Rafael Machado - O Bom da Notícia

Fablício Rodrigues / ALMT

Fablício Rodrigues / ALMT

Suspensa desde abril por falta de equipe técnica, os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura renúncia e sonegação fiscal deve retornar no início de agosto, assegurou o presidente da comissão nesta quinta-feira (27), o deputado tucano, Wilson Santos, em entrevista ao Bom Dia MT, da TV Centro América, afiliada da Globo em Mato Grosso. 

 

"No início de agosto, a CPI já conseguiu, por parte da Mesa Diretora, uma empresa que vai fornecer os técnicos. Houve uma licitação, que foi divulgada no Diário de ontem, com a empresa vencedora. Foi um consórcio que venceu, esse consórcio vai oferecer técnicos economistas, contabilistas, advogados e especialistas", disse o tucano.

 

Ainda segundo o presidente da CPI, a sonegação no estado chega em torno de R$ 2 bilhões ao ano. As investigações sobre o tema foram iniciadas durante a gestão do ex-governador Silval Barbosa (sem partido), foi retomada durante a gestão de Pedro Taques (PSDB), mas não foi concluída. Em março deste ano, o parlamentar tucano decidiu retornar os trabalhos.

Houve uma licitação, que foi divulgada no Diário de ontem, com a empresa vencedora. Foi um consórcio que venceu, esse consórcio vai oferecer técnicos economistas, contabilistas, advogados e especialistas

 

Entretanto, um mês depois, os membros da Comissão decidiram suspender provisoriamente os trabalhos da comissão devido à falta de equipe para colaborar com os trabalhos dos parlamentares. Após a decisão, a presidente da Casa de Leis, deputada Janaina Riva (MDB), na época, abriu processo licitatório para contratação de uma equipe para assessorar os trabalhos.

 

Segundo Santos, a comissão tem depoimentos muito pesados e documentos de caráter sigilosos e “não dá pra ficar como está sem as mínimas condições de trabalho”.

 

Conforme o Regimento Interno da Assembleia, as CPI tem o prazo de 180 dias para concluir às investigações, mas como houve a paralisação provisória dos trabalhos, os prazos também permaneceram suspensos.

 

Durante as oitivas, o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Mato Grosso (SindiPetróleo), empresário Aldo Locatelli, denunciou que três postos de combustíveis estariam sendo usados por facções criminosas para lavagem de dinheiro no Estado.

 

Ainda conforme o empresário do ramo de combustíveis, a facção estaria usando os postos para elevar seus lucros, promovendo a sonegação.

 

Compõem a comissão os deputados Carlos Avalone (PSDB) como vice-presidente, Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD), com relator, e Max Russi (PSB) e Janaína Riva (MDB) como membros.

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