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GRAMPOLÂNDIA PANTANEIRA 19.07.2019 | 08h:00

Jayme:nem na ditadura existia a prática de grampos como esta

Por: Alexandra Freire - O Bom da Notícia

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O senador Jayme Campos (DEM) criticou o esquema dos grampos ilegais no Estado. Assegurando que este tipo de arapongagem não existia nem na época da Ditadura Militar.

 

A declaração do democrata foi dada nesta quinta-feira (18), durante sessão solene do Pleno do Tribunal de Justiça, para entrega da medalha do Mérito Judiciário Desembargador José de Mesquita, ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli.

 

Diversos secretários de Estado foram presos devido a investigação entre eles estão o ex-secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, o ex-chefe da Polícia Militar, Evandro Lesco e o ex-secretário de Segurança Pública, Rogers Jarbas

“Isso é um assunto que está nas mãos da Justiça. Quem tiver culpa no cartório tem que pagar. Seja quem quer que seja. Nem no regime da ditadura existia essa prática. Isso é muito ruim para o Brasil, para Mato Grosso e para a democracia”, disse o senador.

 

Na terça-feira (16) e na quarta-feira (17), o cabo da Polícia Militar, Gerson Corrêa Júnior e os coronéis Evandro Lesco e Zaqueu Barbosa foram reiterrogados na 11ª Vara Criminal de Cuiabá, em ação relativa a grampolândia pantaneira. Durante os depoimentos, os militares apontaram os primos Pedro Taques (PSDB) e Paulo Taques como mentores do esquema e afirmaram que os dois sabiam de tudo. Zaqueu chegou a dizer que foi usado e Lesco culpou Taques por grampos.

 

O escândalo da grampolândia veio à tona em 2016, após denúncia do ex-secretário de Segurança Pública do Estado e promotor de Justiça, Mauro Zaque de que policiais militares e integrantes da cúpula do Poder Executivo estariam grampeando ilegalmente políticos, empresários, juízes e jornalistas através da modalidade "barriga de aluguel", onde os números eram anexados, de forma ilegal, à lista de interceptação de pessoas investigadas por tráficos de drogas na Comarca de Cáceres.

 

Diversos secretários de Estado foram presos devido a investigação entre eles estão o ex-secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, o ex-chefe da Polícia Militar, Evandro Lesco e o ex-secretário de Segurança Pública, Rogers Jarbas.

 

Inquéritos policiais

Conduzem os inquéritos policiais que apuram interceptações ilegais no Estado os delegados Rafael Mendes Scatolon, Luciana Batista Canaverde e Jannira Laranjeira Siqueira Campos,

 

Eles substituem os delegados Flávio Henrique Stringueta e Ana Cristina Feldner que estão na frente das apurações, mas deixaram o posto após as investigações terem sido retidas ao STJ. Segundo assessoria da PJC, eles foram convidados para retomarem o caso, mas não aceitaram por razões pessoais. 

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