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POLÍTICA Terça-feira, 20 de Fevereiro de 2024, 14:20 - A | A

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ARTICULAÇÃO

Abílio diz que irá esperar o fim da janela partidária para definir vice

Luciana Nunes/ O Bom da Notícia

Em entrevista aos jornalistas nesta segunda-feira (19), o deputado federal Abílio Brunini (PL) disse que irá esperar o fim da janela partidária para fazer as tratativas e reuniões para definir quem será o vice na sua chapa para concorrer a Prefeitura de Cuiabá. 

Sem apontar o nome das agremiação, o deputado também afirmou que já contém em vista alguns partidos aliados.

“Na hora certa a gente começar a conversar sobre esse assunto. Então, ainda não temos aí essa escolha do vice, porque ela é uma construção com os demais partidos e a gente tem o perfil aproximado do que a gente quer e a gente vai aguardar o fechamento da janela partidária e vê como vai ficar essa situação porque aí sim você vê os quadros técnicos a partir de cada partido para a gente discutir e fazer as composições”, disse.

Abílio é um dos principaais nomes de pré-candidato como oposição ao atual prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), e espera somar o apoio de partidos que também seguem esse pensamento.

“Na câmara mesmo temos muitos vereadores que não querem qualquer relação com o prefeito, estamos aberto para quem sabe fazer uma composição. E aqueles que quiserem seguir estão à disposição para somar, podem me procurar”, disse.

Abílio conquistou a cadeira na Câmara nas eleições de 2022 com 87.072, sendo o deputado federal mais votado em Cuiabá, com 41.621 votos.

Aliás, Abilio Junior vem surpreendendo desde 2020, após protagonizar o segundo turno das eleições majoritárias contra o prefeito Emanuel Pinheiro, na disputa pelo Palácio Alencastro. Quando Pinheiro acabou ganhando a queda de braço eleitoral com um pouco mais de seis mil votos de frente, em uma disputa histórica.

Abílio na legislatura anterior, quando vereador por Cuiabá, foi considerado o 'calcanhar de Aquiles' do prefeito Emanuel Pinheiro. Junto com os parlamentares municipais Diego Guimarães, Felipe Wellaton (ambos do Republicanos), Dilemário Alencar e Marcelo Bussiki (do Podemos) realizaram uma acirrada fiscalização contra a administração do gestor cuiabano, apontando uma série de irregularidades, muitas delas resultando, mais tarde, em operações policiais.