Sábado, 25 de Maio de 2024

POLÍTICA Sexta-feira, 05 de Janeiro de 2024, 15:21 - A | A

Sexta-feira, 05 de Janeiro de 2024, 15h:21 - A | A

ELEIÇÃO 2024 EM CUIABA

Garcia mostra respeito pela escolha de Júlio à Botelho, mas diz que ‘ele não tem ingerência em Cuiabá’

Luciana Nunes/ O Bom da Notícia

Em conversa com os jornalistas esta semana, o deputado federal e secretário-Chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, revelou seu respeito às defesas que veem sendo realizadas deputado Júlio Campos, ao colega de parlamento Eduardo Botelho - que como ele, luta para ter o nome oficializado pelo União Brasil -, na disputa pela Prefeitura de Cuiabá, nas eleições de outubro deste ano.

Lembrando, contudo, que mesmo que respeite a opinião e o apoio de Júlio à Botelho, a decisão sobre a escolha do nome e os critérios que serão usados cabe apenas ao diretório do União, em Cuiabá. Em referência, ao fato, de que Júlio Campos teria ingerência em assuntos eleitorais ligados ao diretório da sigla, em Várzea Grande.

O imbroglio que se arrasta há meses entre Fábio Garcia e Botelho, já que ambos não escondem o desejo de disputar o comando do Palácio Alencastro, neste próximo pleito de 2024, vem dividindo a legenda. De um lado tem o grupo do governador Mauro Mendes, que é o presidente estadual do UB, e apoia Garcia. E do outro parlamentares que apoiam Botelho como os irmãos Campos e Dilmar dal Bosco.

“Eu sei que o Júlio tem a preferência pessoal dele pelo Botelho, ele não esconde isso. Eles têm uma relação histórica. Os Campos e Botelho são de Várzea Grande, então eu reconheço isso. Assim como tem no partido pessoas também que defendem o meu nome, como é o caso da deputada Gisela Simona, da vereadora Michele Alencar, e do próprio governador Mauro Mendes que também defende meu nome. Isso faz parte. Eu respeito o Júlio Campos, mas ele não define este tema eleitoral em Cuiabá. Então a apesar de respeitar a opinião do Júlio, essa definição será feita pelo presidente do partido que nesse caso é o governador Mauro Mendes e pelo diretório da capital”, disse.

Garcia ainda lembrou do ‘combinado’ dentro do partido, em que os Campos ficaram com o diretório de Várzea Grande.

“Houve um combinado dentro de uma reunião de que os Campos cuidariam de Várzea Grande, e o governador Mauro Mendes cuidaria do processo em Cuiabá, então está todo mundo cumprindo o combinado”.