Junto com 28 prefeitos e vereadores de várias cidades mato-grossenses, Max Russi, presidente da Assembleia Legislativa do Estado se filiou neste sábado (07.03), ao Podemos. O ato político aconteceu no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá e reuniu caravanas de mais de 100 municípios.
O parlamentar - ao lado da deputada federal Renata Abreu, presidente nacional da legenda, dos colegas de Legislatvo, Beto Dois a Um e Fabinho Tardin, do parlamentar bolsonarista José Medeiros, além de outras lideranças - afirmou à imprensa que a ação faz parte de um projeto de expansão e fortalecimento do partido para as próximas eleições. Sobretudo, um passo para consolidar a luta eleitoral de construir a maior bancada da legenda na Assembleia, nas próximas eleições e de vereadores do partido na capital.
Para Russi, a entrada destes 28 prefeitos no Podemos e ainda a filiação de vários vereadores de cidades importantes como Cuiabá, Várzea Grande e Rondonópolis, aponta a expectativa de crescimento do partido e ainda de assegurar que a capital tenha a maior bancada na Câmara Municipal, com seis vereadores e nas eleições de outubro forme, igualmente, a maior bancada na Assembleia Legislativa.
“O Podemos é um partido que dialoga muito, valoriza cada filiado e trabalha com propostas importantes para Mato Grosso. Com esse grupo que estamos montando, queremos construir aquilo que a população deseja: um governo que continue avançando e entregando resultados”.
Mas mesmo com discurso de que o Podemos ganhou musculatura eleitoral, o presidente da AL-MT não descarta negociações, conversas e coligações. Contudo, em uma decisão coletiva, envolvendo candidatos, prefeitos e lideranças da legenda.
"O Podemos está pronto e com condições de disputar sozinho este processo eleitoral, mas se formos chamados para alguma composição, a gente vai estar aberto. Nossa presidente tem feito uma boa construção no Brasil todo e não é diferente aqui em Mato Grosso. Vamos ouvir a população e as lideranças em todo o estado. O partido estará atento às tendências e aberto ao diálogo. As decisões não serão individuais, mas construídas em conjunto”, ainda afirmou.
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