Sábado, 25 de Maio de 2024

AGRO & ECONOMIA Quinta-feira, 17 de Novembro de 2022, 12:03 - A | A

Quinta-feira, 17 de Novembro de 2022, 12h:03 - A | A

Preço do etanol segue em alta em 18 estados, diz ANP

Economia

Etanol registrou o maior aumento da semana no Mato Grosso
Osni Alves

Etanol registrou o maior aumento da semana no Mato Grosso

Na última semana, 18 estados e o distrito federal registraram alta nos preços médios do etanol hidratado. De acordo com o levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), outros sete tiveram queda e o Amapá não divulgou os dados da última semana.

No preço médio para o país, a Agência relata um aumento de 2,43% em comparação à semana passada. O litro do combustível passou de R$ 3,70 para R$ 3,79.

O maior aumento de preços da semana foi cotado em Mato Grosso, onde o litro de etanol registrou um aumento de 3,49% nos postos do estado, alcançando R$ 5,76.

A maior queda de preços na última semana foi registrada em Tocantins, com uma diminuição de 1,62% nos preços do etanol no estado. Hoje, a média do estado é cotada em torno de R$ 4,26.

O menor preço de etanol da semana foi encontrado na Paraíba, cotado em R$ 3,19 o litro. Os paraibanos também registraram o menor preço médio estadual, com R$ 3,32 por galão.

Já o maior preço, registrado em R$ 6,10 por litro, foi encontrado no Maranhão. O maior preço médio estadual, no entanto, foi coletado no Amapá, com R$ 5,21 o litro. 

Para o âmbito nacional, o preço médio do combustível subiu aproximadamente 11,45% no mês de novembro. Dentro do país, Mato Grosso foi o estado com o maior aumento de preços, de 17,51%. Já a maior baixa foi registrada no Rio Grande do Norte, com queda de -8,07% no último mês.

Em São Paulo, estado líder em consumo e produção do biocombustível, o preço subiu 2,48% nos últimos 7 dias. Nos postos paulistas, a cotação média passou de R$ 3,63 para R$ 3,72 o litro.

A ANP divulgou, na última semana, que o preço da gasolina voltou a ser  superior à R$ 5 em todo o país desde o início de setembro. Segundo o Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), a mudança na política de preços da Petrobras causaram  defasagem nos postos brasileiros.

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Fonte: IG ECONOMIA