Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2026

ARTIGOS Terça-feira, 20 de Janeiro de 2026, 10:26 - A | A

Terça-feira, 20 de Janeiro de 2026, 10h:26 - A | A

Licio Antonio Malheiros

Dobradinha perfeita!

Na administração pública, seja ela federal, estadual ou municipal, nenhum gestor deve usar determinadas pastas como laboratório ou campo de testes, especialmente Educação e Saúde, pois ambas lidam diretamente com vidas.

A educação desempenha um papel fundamental em diversas formações: acadêmica, profissional, cultural e social. Ela contribui de forma essencial para o desenvolvimento humano, promovendo a melhoria da qualidade de vida e a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

Mato Grosso pode se orgulhar do avanço no quesito educação.

Hoje, o Estado alcançou índices antes inimagináveis: saltamos da 22ª para a 8ª posição no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), sob a competente gestão do secretário de Educação, Alan Porto.

Em Cuiabá, a situação não é diferente. Desde o dia 2 de abril, quando o secretário Amauri Monge assumiu a pasta da Educação Municipal, na gestão do prefeito Abílio Brunini, os avanços têm ocorrido de forma célere e eficiente.

Não gosto de olhar pelo retrovisor, mas neste momento é impossível não o fazer. No ano passado, o início do ano letivo na rede pública municipal atrasou bastante, em razão de uma série de nuances que nem vale a pena mencionar.

Para 2026, segundo declarações do competente secretário Amauri Monge, as aulas deverão começar no dia 2, ou no mais tardar, no dia 4 de fevereiro, com o objetivo de cumprir o calendário escolar de, no mínimo, 200 dias letivos e 800 horas-aula anuais, conforme estabelece a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).

Recentemente, um site renomado da capital mencionou, em uma de suas colunas, algo perfeitamente possível: a transferência do secretário municipal de Educação de Cuiabá, Amauri Monge, para a Secretaria Estadual de Educação, no lugar do excelente Alan Porto, que até o dia 4 de abril deverá se desincompatibilizar do cargo para disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa.

A essência da nota é destacar a sinergia entre Alan Porto (Seduc) e Amauri Monge (Educação Municipal).

Ambos, em um passado recente, trabalharam juntos na Secretaria de Educação do Estado de Mato Grosso, Alan Porto como secretário e Amauri Monge como executivo. Juntos, promoveram uma verdadeira revolução na educação estadual. Nada mais justo, portanto, que Amauri Monge dê continuidade ao trabalho hercúleo iniciado por ambos.

Como disse no início, na Educação não há espaço para amadorismo. Precisamos de nomes como os deles, profissionais com amplo conhecimento, capacidade de liderança e o respeito da população.

Professor Licio Antonio Malheiros, Jornalista, Articulista e Geógrafo.

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