A Justiça manteve a prisão do investigador da Polícia Civil Manoel Batista da Silva, de 52 anos, durante audiência de custódia realizada após sua detenção por suspeita de estupro contra uma mulher que estava presa na Delegacia de Sorriso, a 420 quilômetros ao norte de Cuiabá. O caso segue em sigilo judicial.
A prisão preventiva foi cumprida neste domingo (1º), pela Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Sorriso. O investigador, que é lotado na própria unidade policial, teve a ordem de prisão decretada pelo juízo da comarca local, com base nas diligências conduzidas pela equipe responsável pela apuração dos fatos.
Segundo informações da Polícia Civil, um inquérito foi instaurado imediatamente após a delegacia receber a denúncia de violência sexual supostamente praticada pelo servidor contra uma mulher que se encontrava sob custódia do Estado. A partir dos indícios reunidos durante a investigação, a autoridade policial representou pela prisão preventiva, pedido que foi acolhido pelo Poder Judiciário.
Com a decisão judicial, uma equipe da Polícia Civil se deslocou até a residência do investigador, localizada no bairro Jardim Aurora, onde efetuou a prisão. No local, também foram recolhidos os pertences funcionais do servidor, incluindo arma de fogo e munições.
A Corregedoria Geral da Polícia Civil acompanha o caso e aguarda o recebimento dos autos do inquérito policial para adoção das medidas administrativas e disciplinares cabíveis.
Em nota, a Polícia Civil de Mato Grosso afirmou que atua de forma transparente diante de denúncias envolvendo seus servidores. A instituição ressaltou que não compactua com crimes ou desvios de conduta e que todas as ocorrências são apuradas com rigor, independentemente da função exercida pelo investigado.
RECEBA DIARIAMENTE NOSSAS NOTÍCIAS NO WHATSAPP! GRUPO 1 - GRUPO 2


