A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) emitiu nota de repúdio ao caso envolvendo o tenente-coronel da Polícia Militar Weligton Rodrigues Mendonça, de 44 anos, acusado de importunação sexual contra uma servidora da Casa e de desacato. A ocorrência foi registrada na madrugada deste domingo (25), em Cuiabá.
Segundo as informações, o oficial foi preso em flagrante após, supostamente, passar a mão na perna de uma servidora da Assembleia e apertar o braço de outra mulher durante um evento realizado na Praça 8 de Abril, nas proximidades de um posto de combustíveis, no bairro Popular. No momento da abordagem policial, ele também teria ameaçado colegas de farda. Após audiência de custódia, o tenente-coronel foi colocado em liberdade.
Em nota oficial, a Assembleia Legislativa afirmou que irá cobrar providências rigorosas do comando da Polícia Militar diante da gravidade dos fatos. O Parlamento também informou que prestará todo o apoio necessário à servidora vítima da suposta importunação.
Apesar de o episódio ter ocorrido fora das dependências da Casa, a ALMT destacou que a situação é grave e não pode ser relativizada. O presidente da Assembleia, deputado Max Russi (PSDB), afirmou que fará os encaminhamentos institucionais para que as medidas cabíveis sejam adotadas.
“Situações como essa são inaceitáveis e não podem ser toleradas”, diz trecho da nota divulgada pelo Legislativo estadual.
O caso segue sob apuração pelas autoridades competentes, tanto na esfera criminal quanto administrativa, no âmbito da corporação militar.
Nota na íntegra
Diante do ocorrido noticiado, envolvendo a denúncia de que um tenente-coronel da Polícia Militar teria assediado uma servidora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) durante a madrugada deste domingo, a ALMT repudia veementemente o fato, ainda que tenha sido registrado fora do âmbito da instituição.
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso prestará total apoio à servidora vítima de importunação sexual e o presidente da Casa, deputado Max Russi, informa que fará os devidos encaminhamentos, cobrando que todas as providências cabíveis sejam adotadas com o máximo rigor por parte do comando da Polícia Militar.
Situações como essa são inaceitáveis e não podem ser toleradas. A ALMT reafirma seu compromisso com o respeito às mulheres e defende que casos dessa natureza sejam apurados com seriedade, responsabilidade e justiça.
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