Quinta-feira, 20 de Junho de 2024

POLÍTICA Quinta-feira, 16 de Maio de 2024, 18:18 - A | A

Quinta-feira, 16 de Maio de 2024, 18h:18 - A | A

CAST DO BOM

Flavia Moretti garante que não teme família Campos e que 'peita' disputa pela Prefeitura de VG

Evelyn Siqueira/ O Bom da Notícia

(Foto: Ilustração/O Bom da Noticia)

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 Flavia, inclusive, garante não ter 'menor medo de enfrentar a família Campos', que há pelo menos meio século está no comando político da cidade. 

Em bate-papo no Cast do Bom, no estúdio do site O Bom da Notícia, nesta terça-feira (14), a advogada e pré-candidata à Prefeitura de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), assegurou que a queda de braço eleitoral na cidade industrial 'chegou em boa hora'.

Ao afirmar que se sente ‘madura’ para concorrer ao pleito na cidade vizinha da capital, e o segundo maior município em ICMS de Mato Grosso.

Flavia, inclusive, garante não ter 'menor medo de enfrentar a família Campos', que há pelo menos meio século está no comando político da cidade. 

Ao enfatizar que Várzea Grande precisa mudar, sobretudo, mudar a sua forma de fazer política.

“Acho que tirei essa força de Deus para ser sincera! Pois o convite veio inesperado, mas acredito que veio em boa hora veio em um momento de maturidade pelo tempo que fiquei na OAB e que moro em Várzea Grande. Portanto, foi o que me fez aceitar esse desafio. E outra coisa eu não tenho medo dos Campos!”, disse.

Ainda para a advogada e empresária Flavia Moretti, este seria o momento ideal para realizar uma verdadeira transformação na gestão pública de Várzea Grande.  “Nós precisamos mudar a política de Várzea Grande e para mudar a gestão pública é preciso enfrentar as eleições. Aliás, não existe outro caminho! Pois, para mudar Várzea Grande é necessário mudar a gestão e dissuadir a população e os políticos que acham que mandam na cidade”, completou.

Segundo a pré-candidata, Várzea Grande precisa de ‘uma mudança radical’, pois, além do problema crônico da falta de abastecimento d'água, há unmtransporte coletivo absolutamente precário, além da falta de mais unidades de saúde para a realização de um melhor atendimento ao cidadão.

“Precisamos de uma mudança radical no sistema de abastecimento de água, da rede de esgoto, do transporte coletivo e e outra coisa, a população de Várzea Grande sofre muito com as deficiência na área da saúde pública pois não temos especialidades médicas e as UPAS estão sempre lotadas”, pontuou.

Veja a entrevista na íntegra