Quinta-feira, 25 de Julho de 2024

POLÍTICA Sexta-feira, 07 de Junho de 2024, 19:31 - A | A

Sexta-feira, 07 de Junho de 2024, 19h:31 - A | A

ELEIÇÃO EM CUIABÁ

Gisela aposta em nove partidos no arco de aliança de Botelho e que vice só será definido em julho

Luciana Nunes/ O Bom da Notícia

(Foto: Ilustração/Web)

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 A deputada federal Gisela Simona, presidente do União Brasil, em Cuiabá, foi a entrevistada do Jornal da Manhã, da Rádio Jovem Pan, desta sexta-feira.

Em entrevista à Rádio Jovem Pan Cuiabá nesta sexta-feira (7), a deputada federal e presidente do União Brasil, em Cuiabá, Gisela Simona apontou a possibilidade de que a pré-candidatura do deputado unista e presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, reúna pelo menos nove partidos em seu arco de aliança, na disputa pela Prefeitura de Cuiabá, no pleito de outubro deste ano.

“Nós  temos uma expectativa de que pelo menos nove partidos venham compor o arco de aliança do Botelho. Que venham somar com o nosso pré-candidato do União Brasil. Dentre eles temos a perspectiva do PP que já declarou apoio, a gente também espera o PSB, o Partido da Mulher Brasileira o Solidariedade. Temos proximidade com o Republicanos e estamos dialogando, igualmente, com outros partidos dentre eles com o PSDB que sabemos que tem seu projeto eleitoral, mas pode acabar se unindo ao nosso, caso não se mantenha a candidatura própria”, disse.

Outras legendas que estão dentro deste arco é o PRD, sigla comandada em Mato Grosso pelo suplente de senador, Mauro Carvalho, que já declarou oficialmente apoio à Botelho. Há ainda a Democracia Cristã e outros que poderão se unir ao presidente da Assembleia, na disputa pelo comando do Palácio Alencastro. Inclusive, dentro da discussão sobre a escolha de quem será o vice, na dobradinha pela majoritária. Um debate, contudo, conforme a deputada federal, que o União deve jogar para o próximo mês, quando serão realizadas as convenções partidárias.

"A disputa está acirrada, tem aí vários nomes. No primeiro momento surgiu toda aquela questão de ser uma mulher. Depois um empresário, um líder religioso, cada hora surge uma situação. Mas o certo, na verdade, é que a escolha do nome será sobre aquele que mais possa agregar, que mais possa ter identificação com Cuiabá. E, claro, somar conosco”, explicou.

Ao voltar a afirmar que as eleições pelo comando da prefeitura da capital, nem de longe será uma disputa fácil e que, assim, a pessoa que fará a dobradinha na cabeça de chapa com Botelho precisa, necessariamente, somar eleitoralmente e ter uma visão clara sobre o processo de reestruturação de Cuiabá.

“A gente tem plena consciência de que vai ser uma eleição difícil, que ninguém sabe o resultado antecipado das urnas. Então o vice tem que ser alguém com poder de influenciar positivamente para que Botelho aumente as intenções de votos em favor do seu nome, ou seja, que faça crescer seu eleitorado. Tudo isso vem sendo pensado. Por isso não vai ser uma decisão de imediato, a gente acredita que no mês de julho a gente já tenha a escolha do vice”, complementou.