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POLÍTICA Domingo, 30 de Outubro de 2022, 08:43 - A | A

Domingo, 30 de Outubro de 2022, 08h:43 - A | A

ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

Universitário irá exercer o direito do voto à Presidência pela primeira vez em 2022

Silvano Costa/Especial para O Bom da Notícia

Cada nova eleição marca um momento importante na vida de muitos jovens que irão exercer o direito do voto pela primeira vez. O voto é parte essencial do processo democrático e ferramenta de mudanças políticas e sociais.

Este é o caso de Wallace Marquis Teixeira Moreira, 22 anos, que irá pela primeira vez votar para a Presidência da República. O jovem diz que não se importava com o processo político, mas que sua visão mudou após entrar em uma universidade pública.

"Particularmente, a política nunca foi um foco ou algo que eu tenha dado muita atenção. No entanto, hoje, como um estudante de universidade pública, sinto uma responsabilidade surreal, pois isso definirá como o Brasil e suas instituições seguirão durante os próximos quatro anos".

Wallace destacou a importância do voto, mas ressaltou a responsabilidade dos cidadãos na escolha de um candidato que irá ditar os rumos do país nos próximos anos. 

"Vejo o voto como algo extremamente importante, pelo menos hoje, com um olhar mais interno consigo enxergar isso. Mas não acho que devemos resumir o 'exercer a cidadania' simplesmente ao ato de votar, pois iria contra os ideais de seu país. Ou mesmo desconhecer a história de sua nação. Nosso país não merece tal título. Ir simplesmente até à urna e apertar um botão, sendo que muitas vezes nem sabe o motivo disso".

Assim, o universitário julga as pautas ambientais e educacionais como fundamentais na hora de escolher um candidato.

"As duas principais pautas para mim são meio ambiente e educação. Qualquer candidato que não tenha um projeto mais sustentável e não tenha em sua pauta de governo alguma proposta para a educação, eu já o excluo automaticamente. O Brasil para mim é o país da natureza e se o candidato não consegue sequer encontrar uma forma sustentável de fazer o país crescer, sem degradar o meio ambiente, ele não está apto para governar, ao meu ver".